Logística Digital | Quais as formas de proteção de vídeos online?

Por Em Em outubro 29, 2012

Amigos,

Seguindo a série de posts sobre Logística Digital, hoje vamos falar sobre a Segurança.

A utilização de vídeos online por parte de empresas e corporações já deixou de ser uma inovação para se tornar algo essencial dentro da estratégia de comunicação interna. Manter os funcionários capacitados e difundir a mensagem institucional, tornando-a acessível a todos são desafios encontrados pelas companhias, que são supridos pela utilização do conteúdo audiovisual. Os vídeos possibilitam:

  • Treinamento dos colaboradores de forma constante e intuitiva.
  • Corte de custos estimados em até 40% envolvendo logística de hospedagem e deslocamento.
  • Redução do tempo de treinamento em até 20%.
  • Aproximação dos colaboradores com gestores e treinadores.
  • Mensagem segmentada com restrição de acesso por cargo, região geográfica ou área funcional da empresa.
  • Veja a apresentação que fala sobre os benefícios de utilizar vídeos na Comunicação Corporativa.

No entanto esses conteúdos são restritos e exclusivos e exigem uma proteção para que não sejam replicados ou acessados num ambiente que sua empresa não tenha controle. Para isso a proteção é essencial para garantir que o conteúdo certo seja visualizado apenas por quem deve.

Mas quais são as formas de proteger meu conteúdo? Confira:

  • Domínio: O player só toca na URL configurada. Mesmo que o usuário consiga o embed do vídeo,  o player só tocará no domínio definido pela empresa.
  • RTMPE: Entrega via streaming com sinal criptografado.
  • SWF verification: Vídeo só toca no player que foi previamente configurado, impedindo que ele seja replicado, mesmo que usuário tenha a URL.
  • DRM: Entrega de conteúdo através de uma chave IP encriptada no player. Apenas os usuários autenticados no ambiente onde o vídeo está embeado poderá assitir, independente de estar online ou offline.
  • Token: Chave de segurança atrelada a URL do vídeo que expira logo após a requisição. Mesmo que outro usuário tenha acesso a mesma URL ele não conseguirá acessar o conteúdo.

Grande parte dessas formas de segurança já fazem parte do ecossistema de funcionalidades de uma plataforma de vídeo online como a da Samba, que é utilizada por corporações como TIM Brasil, O Boticário e Localiza.

Ah, e #ficaadica, elas também valem para o mercado de Educação a Distância que compartilham da mesma necessidade de restringir o acesso aos conteúdos das vídeo-aulas. Anhanguera, Estácio e iPED já contam com esses benefícios. ;)

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