Por Em Em 21 agosto, 2017

Quanto ganha um YouTuber? Descubra e entenda porque essa plataforma não vai te deixar rico

“Quanto ganha um YouTuber? Muita gente tem essa dúvida e acha que é simples ficar rico e famoso com a plataforma. Mas a realidade dos produtores de conteúdo é bem diferente…”

Muitas pessoas sonham em ter um negócio na internet e então começam a compartilhar todo o seu conhecimento e talento com os outros em conteúdos na internet. Seja para se firmar como autoridade no assunto que domina, representar sua marca com propriedade, conquistar audiência para seus canais sociais, ganhar fama pelo que compartilha ou simplesmente para oferecer conteúdo de qualidade mesmo.

Hoje, com a popularização dos vídeos e o aumento da preferência das pessoas por essa mídia, algo que tem se tornado muito comum, são os canais no YouTube. Eles têm passado a funcionar como blogs de material em vídeo, os vlogs, em que produtores de conteúdo compartilham informações nesse formato e constroem então uma audiência fiel e sólida que os acompanha a cada nova publicação.

Existe muita gente que é sucesso no YouTube, produz conteúdo muito relevante e é capaz de conseguir milhares de visualizações em um único material. Mas também existe quem produz vídeos de qualidade e tem menos visibilidade. Mas entre todos eles, independente da fama, apenas alguns conseguem fazer dos vídeos realmente um negócio, uma vez que essa rede paga mal e exige muito de seus produtores.

Então, a grande questão é: como produtores de conteúdo que já tem audiência no YouTube podem trabalhar com seus vídeos de forma mais rentável? E como quem não tem tanta audiência, mas produz conteúdo relevante pode ganhar dinheiro com seus materiais?

Neste artigo a gente vai falar tudo sobre esse assunto. Vamos explicar como funciona a monetização de vídeos no YouTube, como as pessoas ganham dinheiro nessa rede social, quanto elas ganham e as possibilidades que existem para quem quer ir além dessa plataforma e fazer dos vídeos uma fonte de renda real.

Vamos lá? Como o artigo é longo, você pode optar por ler por completo, ou navegar por assuntos específicos usando o índice abaixo. Boa leitura!

O que é vlog?

Como um YouTuber ou vlogger trabalha hoje?

. E como é possível ganhar dinheiro com o YouTube hoje?

. Quanto ganha um YouTuber?

E porque você não vai ganhar dinheiro com vídeos no YouTube?

Então como um vlogger ou YouTuber pode começar a trabalhar com um novo modelo e ganhar mais?

. Como ganhar dinheiro com vídeos?

. O Samba Play

Mas um vlogger que adota novas estratégias deve abandonar o YouTube?

Conclusão

E que tal começar descobrindo outros segredos do YouTube que podem impactar sua estratégia? Acesse o material abaixo e surpreenda-se!


O que é vlog?

Antes de nos aprofundarmos no principal assunto deste artigo, vale definir primeiro o que é um vlog e como esse tipo de negócio funciona.

A palavra vlog é a abreviação de videoblog, que é exatamente o que dá a entender: um blog, cujos conteúdos são total ou predominantemente no formato de vídeos. Esses vlogs podem ser feitos em plataformas convencionais para blogs, como o WordPress, mas hoje são mais comumente encontrados no YouTube. Acessando a plataforma você pode encontrar muitos canais, ou vlogs, sobre assuntos diversos.  

E normalmente a pessoa que cria os conteúdos, que está por trás deles ou na frente das câmeras, é chamada de vlogger ou, no caso específico do YouTube, de youtuber.

Conseguir fazer um vlog famoso é uma tarefa que existe bastante dedicação e é preciso adotar boas estratégias para conseguir retorno com essa atividade. Porém, em plataformas gratuitas, é bastante difícil viver apenas dos conteúdos e fazer da produção de vídeos um negócio. Continue lendo o texto e você vai entender o porquê.

Como um YouTuber ou Vlogger trabalha hoje?

Produzir conteúdo de qualidade exige tempo, dedicação, às vezes até dinheiro, e, quase sempre, apenas a fama, as visualizações e a gratidão do público não são suficientes para manter um vlogger ativo em seu canal.

A maioria dos produtores começa utilizando plataformas gratuitas, como o YouTube e, apesar das opções de monetização de conteúdo disponíveis na rede, nesse tipo de ferramenta são necessárias milhões de visualizações em todos os vídeos para que o dono da conta consiga algum dinheiro.

Então, começa-se a entrar em um modelo que é uma via de mão única: o produtor apenas oferece conteúdo e não recebe quase nada em troca. Isso pode acabar destruindo seu projeto, por mais que a intenção não seja fazer fortuna com ele.

Vejamos alguns exemplos do próprio YouTube:

Um canal que oferece tutoriais e dicas de maquiagem, tem mais de 960 mil inscritos, posta mais de um vídeo por semana, e em cada material publicado, tem em média 100 mil visualizações, chegando a números impressionantes como 1 milhão.

Make

Porém, apesar disso tudo, o canal pode não estar aproveitando todo seu potencial. Mesmo promovendo alguns produtos e tendo bastante fama e visualizações, o canal depende do dinheiro que é oferecido pelo YouTube. 

Outro exemplo é um canal de Web Designer e Designer Gráfico que oferece vários tutoriais relacionados às principais ferramentas disponíveis para criação e edição no mercado hoje. O canal tem 36 mil inscritos, posta conteúdos a cada três semanas mais ou menos e alguns materiais chegam a ter mais de 50 mil visualizações.

Design

Assim como o primeiro exemplo, esse vlogger também não aproveita seu conteúdo de todas as formas disponíveis. Apesar das muitas visualizações e dos conteúdos que têm rendido uma boa fama, ele também limita seus conteúdos ao YouTube e ganha apenas o retorno financeiro da plataforma, que é bem limitado. O produtor tem um site em que oferece cursos esporádicos, mas não faz disso sua atividade principal.

. E como é possível ganhar dinheiro com o YouTube hoje?

Hoje, ser um YouTuber de sucesso é o sonho de muitos. Isso, porque a atividade é capaz de trazer fama, visibilidade e até de transformar uma pessoa comum em celebridade. Mas se você é um dos que têm planos para entrar na rede social, é bom saber: você só vai ficar famoso e rico com o YouTube se, por uma mistura improvável de fatores, conseguir fazer com que seu conteúdo viralize rapidamente e seus vídeos atinjam muitas pessoas – todas as vezes.

Isso porque essa rede hoje funciona em uma lógica que favorece a plataforma, mas não os produtores de conteúdo.

A única forma de monetizar vídeos no YouTube hoje é por meio da inserção de anúncios de terceiros no conteúdo e a plataforma então te paga uma quantia a cada 1000 views que você tiver nessa propaganda.

“Então, se meu vídeo com anúncio tiver 10000 visualizações eu vou ganhar o equivalente a 10000 views no anúncio?” Não. Isso porque a plataforma conta como view apenas os cliques em um anúncio e, se ele for em vídeo, um view só se completa se a pessoa assistir pelo menos 30 segundos do conteúdo.

E falando sério, quantas vezes você já pulou um anúncio em vídeo no YouTube ou fechou aquelas propagandas dentro do player? É só pensar um pouco para entender o quanto é difícil ganhar algo com esse sistema. Além do mais, vale lembrar ainda que se a pessoa usa um AdBlock ou algo do tipo, os views não são monetizados e o produtor não ganha nada.

Ativando a monetização no YouTube – novas regras

E se mesmo com esse modelo, você ainda quiser tentar a sorte com o YouTube, precisa ficar atento às novas diretrizes para monetização dessa plataforma.

Antes, para começar a ganhar algo, bastava produzir conteúdos frequentemente e ativar a monetização. Você só precisava garantir que seus vídeos são 100% autorais e não tinham conteúdo de terceiros (incluindo músicas). 

Porém, com essa aparente facilidade para veicular anúncios, qualquer um podia começar a monetizar seus vídeos e não havia um controle muito grande sobre a qualidade e o teor desses conteúdos. Então, no início deste ano (2017), grandes empresas – como o Starbucks e a Vodafone descobriram que tinham anúncios de suas marcas sendo exibidos em vídeos ofensivos e de caráter censurável. Isso foi o suficiente para manchar a reputação da plataforma e causar um abandono em massa de grandes marcas.

Então, depois dessa polêmica, o Google mudou as diretrizes para um canal poder monetizar seu conteúdo e agora, além do caráter autoral e original, qualquer produtor precisa ter pelo menos 10 mil visualizações para começar a veicular anúncios e ganhar algo.

E é um fato que grande parte das pessoas não consegue atingir esse número de visualizações em seus conteúdos. Segundo uma pesquisa realizada pela Samba com 2000 produtores de vídeo, 85% deles não atingem 1.000 visualizações por vídeo, sendo que, 36% não chegam a registrar nem 100 visualizações. Somente 15% dos produtores conseguem alcançar mais de 1.000 visualizações em cada vídeo, sendo que apenas 3% do total de participantes alcançam mais de 10.000 visualizações.

Mais dados da pesquisa você pode conferir fazendo o download do relatório neste link aqui.

Ou seja, apenas para começar a monetizar seus vídeos nessa plataforma você já vai ter um grande trabalho de construção do canal e ainda terá que esperar pelos 10000 views. Ah, e não adianta apelar para estratégias ilegais, porque o Google está mais atento do que nunca à visualizações fakes.

. E quanto ganha um YouTuber? Exemplos como Bruna Tavares, Ana Maria Brogui, JoutJout e Danielle Noce.

Quem decide enfrentar o processo de monetização nessa plataforma, antes de começar, fica com uma dúvida crucial: quanto o YouTube paga? E se você está pensando que a quantia que essa rede oferece por visualização talvez compense essa dificuldade quanto ao volume, está completamente errado.

O algoritmo de monetização do YouTube funciona de forma super secreta e então, de acordo com alguns critérios (que ninguém conhece direito) as pessoas recebem uma quantia que varia entre U$0,25 e U$4,00 a cada mil visualizações em seu conteúdo – aproximadamente. E é extremamente raro que alguém receba um valor próximo aos U$4,00.

Então, seguindo essa lógica, para que um produtor de conteúdo receba uma quantia relevante no YouTube, ele precisa produzir muitos vídeos por mês e garantir que cada um deles vai ter uma alta quantidade de visualizações. 

A seguir, você pode ter uma noção dos ganhos mensais de alguns Youtubers famosos, de acordo com o Social Blade – site especializado no assunto. O menor valor recebido corresponde ao valor mínimo do CPM e, o maior, ao seu valor máximo. Para ter uma ideia mais real dos lucros, pense que eles ganham um valor mais ou menos intermediário.

Pausa para feminices – por Bruna Tavares

  • Inscritos: 1,1 milhão
  • Ganho mensal estimado: de $362 a $5.800

Bruna tavares pausa para feminices

Ana Maria Brogui

  • Inscritos: 2,8 milhões
  • Ganho mensal estimado: de $946 a $15.000

ana maria brogui quanto ganha

JoutJout Prazer

  • Inscritos: 1,1 milhão
  • Ganho mensal estimado: de $603 a $9.000

joutjout prazer quanto ganha

Danielle Noce

  • Inscritos: 1,6 milhão
  • Ganho mensal estimado: de $1.600 a $25.000

Danielle noce quanto ganha

Receitas de minuto

  • Inscritos: 587 mil
  • Ganho mensal estimado: de $155 a $2.500

receitas de minuto quanto ganha um youtuber

Mari Morena

  • Inscritos: 231 mil
  • Ganho mensal estimado: $127 a $2.000

quanto ganha um youtuber mari morena

Petiscos TV – por Julia Petit

  • Inscritos: 408 mil
  • Ganho mensal estimado: $55 a $876

quanto ganha julia petit

Como é possível perceber, mesmo em canais muito grandes é difícil ganhar uma enorme quantidade de dinheiro – salvo alguns casos, claro. No Pausa para Feminices, por exemplo, um dos maiores canais de maquiagem da rede, com 1,1 milhão de inscritos, em alguns meses o ganho não passa nem dos 400 dólares. O mesmo acontece com o Petisco TV, da especialista Julia Petit, que mesmo com os ganhos no máximo não ultrapassa nem os 1000 dólares.

E claro, é preciso pensar que nem tudo nos canais é lucro. Todo Youtuber tem gastos com a produção de seus vídeos, em maior ou menor escala, e investe muito esforço nesse negócio – o que torna a rede ainda menos rentável.

Já percebeu porque provavelmente você não vai ficar rico com vídeos no YouTube?

O modelo de monetização dessa plataforma não foi feito para beneficiar todos os produtores ou fazer com que conteúdos relevantes sejam valorizados. O YouTube trabalha apenas em benefício de quem é capaz de entregar muitos views (e com “muitos”, queremos dizer muitos mesmo!).

Afinal, imagine a seguinte situação. Um YouTuber produz 2 vídeos por semana, tem uma média de 50000 views em cada – quantidade muito alta se olharmos de forma absoluta – e decidiu monetizar seus conteúdos. Então, o YouTube lhe paga U$2,50 por cada mil visualizações de anúncio – quantia difícil de atingir – e ele consegue 25000 views monetizados em cada vídeo. Por mês, com todo o trabalho e tempo investido na produção dos vídeos, esse produtor conseguiria ganhar apenas uma média de U$500. E isso porque pintamos aqui um cenário bastante otimista. Na realidade, a quantia paga pelo YouTube não chega tão facilmente a U$2,50 e todo produtor sabe o quanto é difícil ter 50 mil visualizações com metade delas contando como monetizadas. Resumindo: viver de vídeos nessa plataforma é uma missão quase impossível.

A reconhecida apresentadora da extinta MTV, Mari Moon, inclusive falou sobre o assunto e levantou exatamente essa questão: O YouTube não dá dinheiro. Quer dizer, dá pra quem tem um número realmente grande de inscritos e faz quase que diariamente vídeos com mais de um milhão de views. Eu comecei há 5 meses, já tenho 115 mil inscritos e não dá pra pagar a compra do supermercado desse mês com o que eu ganhei da estreia até agora. É realmente desanimador.”. Dá pra ler a entrevista completa dela clicando aqui.

E se, sabendo disso, você quer ter uma ideia de quanto poderia ganhar com seu canal, o Social Blade disponibiliza uma calculadora de rendimentos no YouTube. Você coloca quantas visualizações (apenas as monetizadas) você espera ter em seus vídeos por dia, ajusta o valor do CPM (que indicamos que não passe de $2,50 para ser mais realista) e pronto! Ele te conta o quanto você poderia ganhar. Se preferir, você pode importar um nome de usuário já existente no YouTube para fazer o cálculo. Mas, nesse caso, a previsão não será tão precisa, uma vez que ele conta todas as visualizações diárias e não só as monetizadas.

Então como um vlogger ou Youtuber pode começar a trabalhar com um novo modelo e ganhar mais?

Mas então, qual a solução para o vlogger que quer continuar produzindo conteúdo de qualidade, mas que quer expandir sua produção? Dá para continuar entregando materiais cada vez melhores, sem perder a fama e as visualizações do YouTube, mas ganhando mais dinheiro e autoridade com o que é produzido? E a resposta é: sim!

Enquanto no YouTube até mesmo figuras conhecidas na mídia e pessoas com mais de 100 mil visualizações em cada conteúdo têm dificuldade em ganhar dinheiro, em outras plataformas esse cenário é bem diferente.   

Investindo em novas formas de monetizar seus vídeos pode ser muito mais simples ganhar dinheiro.

. Como ganhar dinheiro com vídeos?

Não importa se você produz conteúdo educativo ou para entretenimento. Se ele é relevante, raro e de qualidade, há espaço para ganhar dinheiro com ele. E pessoas que têm vídeos desse tipo apenas no YouTube estão perdendo grandes oportunidades. Mesmo um vlogger que tem apenas 100 ou 200 pessoas inscritas em seu canal e 1000 visualizações em cada material já pode monetizar seus vídeos com sucesso se investir no modelo certo: a venda de conteúdo pontual ou por assinatura.

Isso porque em canais privados, cada conteúdo ou assinatura vendidos rendem um valor mensal e mesmo com poucos clientes um produtor consegue lucrar e manter seus vídeos de forma sustentável.

No modelo de assinaturas o produtor de conteúdo vende a assinatura do canal por um valor pago periodicamente e libera o acesso do usuário a todos os conteúdos disponíveis nele de forma ilimitada. É como se você criasse seu próprio Netflix, e, em vez de filmes, oferecesse seus conteúdos lúdicos, tutoriais ou cursos.

Pense só: as mil visualizações que antes não valiam nada no YouTube, em um sistema assim, já podem representar muito lucro. Imagine que você cobra, por exemplo, R$10 reais por assinatura mensal e tem 100 assinantes. Só assim, você já conseguiria lucrar R$100o reais – enquanto no YouTube, com 100 views você não ganharia absolutamente nada. 

E o mesmo vale caso você opte por vender seus conteúdos de forma pontual, por módulo, curso ou temporadas de conteúdo. Se você tem um material de alta qualidade e vende o acesso a ele por 100 reais, por exemplo, com os mesmos 100 usuários que assistiam seu vídeo no YouTube e não te rendiam nada, você ganharia R$10000.

Nesse modelo de venda pontual, você disponibiliza conjuntos de conteúdos para o usuário e ele adquire apenas os que precisar, de acordo com o que deseja. Aqui os preços são mais elevados e os conteúdos mais completos.

Para ver de forma detalhada essas e outras formas de ganhar dinheiro com seu conteúdo em vídeo, acesse este guia de monetização clicando aqui ou na imagem abaixo.

guia ganhar dinheiro com video

. O Samba Play – uma alternativa ao YouTube

E se antes ter um canal profissional era extremamente complicado e caro, agora, já existem opções sustentáveis para quem quer fazer de seus vídeos um negócio. A Samba, por exemplo, agora oferece uma plataforma completa, pronta e customizável para quem quer ter seu próprio site de vídeos profissional: o Samba Play.

Com ele, você não precisa mais se preocupar com o desenvolvimento do site, contratação de uma boa estrutura de vídeos, integração com sistemas de pagamento e burocracias jurídicas. A Samba resolve tudo para você! E o melhor: o site fica com sua cara, as cores que você quiser e é totalmente focado em conversão e configurado para se destacar nos mecanismos de busca. Com ele você também tem certeza de que seus conteúdos estarão seguros e que sua estratégia não sofrerá com pirataria e cópias ilegais.

Você pode saber mais sobre essa plataforma lendo este artigo ou fazendo um tour guiado aqui ou clicando na imagem abaixo!

samba play alternativa ao youtube

Mas um vlogger que adota novas estratégias deve abandonar o YouTube?

Parece estranho incentivar que alguém que começou a criar seus conteúdos no YouTube, que consolidou sua carreira nessa plataforma, ganhou fama, audiência e visualizações abandone esse canal e parta para outro. Mas nós não estamos fazendo isso!

De forma alguma um vlogger deve parar de produzir conteúdo para o YouTube e focar apenas em seu canal profissional. Essa rede ainda deve continuar como parte da estratégia, mas agora como meio de atração de audiência e não mais como ambiente principal de distribuição do conteúdo.

O canal de maquiagem que citamos no início do artigo, por exemplo, começaria a criar conteúdo de isca para levar sua grande audiência para conhecer os cursos completos que ofereceria em seu portal por assinatura. Se ele ensinou no YouTube a fazer uma sombra marrom para madrinhas de casamento, por exemplo, ele irá convidar os espectadores a verem aulas completas de maquiagem para casamento e outros tutoriais disponíveis no outro portal, com dicas especiais e usando maquiagens que você tem em casa.

Professor Jubilut, por exemplo, adota essa estratégia e hoje é um ótimo caso de como produtores de conteúdo usam o YouTube aliado a um portal profissional para multiplicar a renda e ter sucesso com um negócio de vídeos. O canal do professor na plataforma gratuita dá dicas psicológicas, de alimentação, e aborda conteúdos de forma mais superficial. Já no ambiente profissional, que funciona no modelo de assinaturas, Jubilut aprofunda nas matérias das principais provas, apresenta resoluções completas de exercícios e muito mais.

O YouTube vai ser essencial para divulgar seu trabalho profissional entre as pessoas que já te conhecem, admiram e acompanham e fazer que elas possam ter acesso a conteúdo diferenciado em outra plataforma que vai colaborar para a manutenção de conhecimento de qualidade na internet.

Você pode entender mais sobre isso lendo nosso material “Enxergando além do YouTube” que é um guia para expandir sua estratégia.


Investir em conteúdo em plataformas gratuitas é uma excelente forma de ganhar fama, visualizações, autoridade, e de se tornar reconhecido pelos materiais que você produz por uma comunidade de pessoas. Porém, apesar disso ser extremamente satisfatório de diversas maneiras, muitas vezes apenas esses fatores acabam não compensando todo o esforço que se tem com a produção dos conteúdos.

É preciso pensar em formas mais eficazes de manter esse processo sustentável para continuar levando conteúdo de qualidade a quem realmente se interessa pelo que você está disponibilizando. Agora que você já sabe quanto ganha um Youtuber, é hora de começar a investir em um ambiente profissional e em uma estratégia de monetização eficiente dos vídeos produzidos.

Com alguns cálculos bem simples é possível perceber que ficar apenas no YouTube não vale a pena e que é mais interessante partir para uma estratégia mais interessante, como um portal particular de vendas – como você pode conferir aqui nessa calculadora de rendimentos.

E agora, com opções como o Samba Play, é simples fazer isso e começar a empreender de verdade com seus vídeos.

Você ainda tem dúvidas sobre como realizar esse processo ou quanto às melhores formas de começar a migrar do YouTube para um ambiente profissional? Nós podemos te ajudar! Deixe um comentário, fale conosco nas redes sociais ou solicite o contato de um consultor especializado preenchendo o formulário abaixo! Vamos encontrar a melhor solução para seus conteúdos e para seu projeto.


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