Como um vlogger pode aproveitar suas visualizações e fama para ganhar mais dinheiro e visibilidade

Por Em , Em junho 24, 2016

“Por mais que o objetivo de um vlogger não seja ganhar dinheiro com seus conteúdos, é quase impossível manter a produção sustentável só com visualizações gratuitas.”

um vlogger pode ganhar mais com suas visualizações

Muitas pessoas se especializam em um negócio, em uma atividade, e, então decidem que é hora de começar a compartilhar todo o seu conhecimento com os outros, seja para se firmar como autoridade no assunto que domina, representar sua marca com propriedade, conquistar audiência para seus canais sociais, ganhar fama pelo que compartilha ou simplesmente para oferecer conteúdo de qualidade mesmo.

Então, para atingir esses objetivos, elas criam blogs, páginas em redes sociais e alimentam esses meios com informações frequentes e interação constante.

Hoje, com a popularização dos vídeos e o aumento da preferência das pessoas por essa mídia, algo que tem se tornado muito comum, são os canais no YouTube, que têm passado a funcionar como blogs de material em vídeo, os vlogs, em que produtores de conteúdo compartilham informações nesse formato e constroem então uma audiência fiél e sólida que os acompanha a cada nova publicação.

Porém, é importante levar em conta um ponto que pode ser decisivo quando se decide investir nesse tipo de abordagem: Como ela vai ser sustentável?

É sobre isso que nosso conteúdo vai abordar hoje. Confira o que você vai conferir e fique a vontade para navegar pelo artigo utilizando nosso índice:

Como um vlogger trabalha hoje?
Como um vlogger pode começar a trabalhar com um novo modelo?
Como fazer a venda do conteúdo?
Um vlogger que adota novas estratégia deve abandonar o YouTube?

canal de vídeos


Como um vlogger trabalha hoje?

Produzir conteúdo de qualidade exige tempo, dedicação, as vezes até dinheiro, e, quase sempre, apenas a fama, as visualizações e a gratidão do público não serão suficientes para manter um vlogger ativo em seu canal.

A maioria dos produtores começa utilizando uma plataforma gratuita, como o YouTube e, apesar das opções de monetização dos conteúdos, nesse tipo de ferramenta são necessárias milhões de visualizações em um único vídeo para que o dono da conta consiga alguns centavos.

Então, começa-se a entrar em um modelo que é uma via de mão única: o produtor apenas oferece conteúdo, não recebe nada em troca, e isso pode acabar destruindo seu projeto, por mais que a intenção não seja fazer fortuna com ele.

Vejamos alguns exemplos do próprio YouTube:

Um canal que oferece tutoriais e dicas de maquiagem, tem mais de 700 mil inscritos, posta mais de um vídeo por semana, e em cada material publicado, tem mais de 50 mil visualizações, chegando a números impressionantes como 300 mil ou mais.

Porém, apesar disso tudo, o canal não aproveita todo seu potencial. Apesar de promover seus próprios produtos e de já ter bastante fama e visualizações, o canal hoje não ganha nada com o próprio conteúdo, além dos poucos centavos oferecidos pelo YouTube e está perdendo uma boa chance tanto de faturar mais quanto de entregar mais material de qualidade às suas seguidoras.

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Outro exemplo é um canal de Web Designer e Designer Gráfico que oferece vários tutoriais relacionados às principais ferramentas disponíveis para criação e edição no mercado hoje. O canal tem 36 mil inscritos, posta conteúdos a cada duas semanas mais ou menos e alguns materiais chegam a ter mais de 88 mil visualizações.

Assim como o primeiro exemplo, esse vlogger também não aproveita seu conteúdo de todas as formas disponíveis. Apesar de sempre presente em eventos de inovação, com muitas visualizações e vídeos que têm lhe rendido uma boa fama, ele também limita seus conteúdos ao YouTube e ganha apenas o retorno financeiro da plataforma, que é bem limitado, perdendo a chance tanto de produzir mais conteúdo para sua audiência, quanto de ganhar mais.

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Mas então, qual a solução para o vlogger que quer continuar produzindo conteúdo de qualidade, mas que quer expandir sua produção, entregando materiais cada vez melhores, sem perder a fama e as visualizações no YouTube – além do acesso gratuito das pessoas aos vídeos – e inclusive ganhando mais dinheiro e autoridade com o que produz?

Bom, parece algo complicado, mas pode ser feito de maneira muito simples: com a adoção de uma nova plataforma para a profissionalização do conteúdo e divulgação no modelo de EAD, com formas de monetização mais eficientes, e, claro, credibilidade e segurança.

E como um vlogger pode começar a trabalhar com esse novo modelo?

Autoridade no assunto sobre o qual está ministrando as aulas, reconhecimento do público e uma audiência sólida e fiel. Talvez essas sejam as coisas mais importantes para ter sucesso com venda de conteúdo e um vlogger que já tem um canal consolidado no YouTube já tem tudo isso de sobra, só para começar.

Então, o segundo passo é ter um ambiente virtual seguro e uma plataforma de vídeos estável que lhe permitam oferecer o material de forma completa, confiável e simples para quem se interesse por ele.

Lá, ao contrário do que temos no YouTube, que são vídeos rápidos, sem tantos detalhes ou explicações, o produtor de conteúdo vai disponibilizar cursos completos daquilo que ensina e criar materiais mais extensos, divididos em várias aulas, módulos ou níveis.

E esse é o grande diferencial desse tipo de investimento para um vlogger. Com esse canal a parte, é possível monetizar sua produção de conteúdo de forma mais eficiente, e, mesmo que ganhar dinheiro não seja seu objetivo principal, ele vai ser essencial para melhorar a qualidade do que você oferece para sua audiência e vai ajudar a manter sua produção sustentável apenas por ela mesma.

Então, entramos em um outro ponto:

Como fazer a venda do conteúdo?

Para essa pergunta, as respostas são diversas e vão depender muito das vontades, necessidades e, principalmente do tipo de conteúdo que o vlogger já produz ou quer produzir.

Inicialmente, podemos pensar em quatro modelos básicos para venda: de assinatura, de módulo, de cursos inteiros ou de aulas separadamente.

Cada um deles têm suas vantagens e especificidades, mas, no fim, todos atendem muito bem ao objetivo principal do canal, que é o de manter seu conteúdo sustentável.

Venda de assinatura – Modelo Netflix:

Nesse modelo, o produtor de conteúdo vende a assinatura do canal por um valor pago periodicamente e libera o acesso do usuário a todos os conteúdos disponíveis nele de forma ilimitada. É como se você criasse seu próprio Netflix, e em vez de filmes, oferecesse seus cursos ou materiais. Esse modelo é muito indicado para quem já possui muito conteúdo e usuários que consomem muito material dentro do canal.

Acesse nosso material e entenda o passo a passo para criar seu próprio Netflix de nicho.

Venda de módulos:

Aqui, o usuário pode ir comprando módulos do conteúdo de acordo com suas necessidades. Por exemplo, um usuário que já tem noções de design gráfico, em vez de comprar todo o curso de Illustrator, poderá comprar apenas a parte de Illustrator avançado e economizar tempo e dinheiro.

Venda de cursos:

Nesse tipo de venda, o usuário adquire o curso completo do assunto que deseja aprender. Por exemplo, se uma pessoa compra o curso maquiagem para casamentos, ela terá acesso ao módulo preparo da pele, técnicas de aplicação de blush, sombras e tudo mais que for necessário até a finalização. Normalmente esse modelo é o que tem os preços mais elevados, mas também é o que tem maior volume de material e mais tempo de conteúdo.

Venda de aula:

Esse último modelo é o mais simples e um dos mais baratos que você pode oferecer para venda. Nele, você vende o conteúdo por aula e pode tanto oferecer o conteúdo em uma única aula, ou ir disponibilizando os vídeos em série para que o usuário adquira um de cada vez.

Outra forma do vlogger aproveitar sua fama e audiência – Webinars

Além das formas tradicionais de monetização de conteúdo que citamos acima, um vlogger, ocasionalmente, também pode lançar mão de outros artifícios para conseguir uma renda extra para seu canal e para bombar seus conteúdos. Os webinars, por exemplo são uma forma muito interessante de fazer isso.

Vamos supor que um vlogger organize um webinar de 50 minutos com alguma outra personalidade da internet, ou sobre um assunto que está bombando no momento e tenha 1000 inscritos – número razoável, se levarmos em conta a fama dessas pessoas e a visibilidade que seus conteúdos normalmente têm. Se ele cobrar 10 reais por inscrito, um valor simbólico, que a maioria não se importa de pagar para ter acesso a conteúdo de qualidade, ele conseguirá 10 mil reais por 50 minutos de conteúdo. Muito mais do que qualquer plataforma gratuita é capaz de oferecer em qualquer modelo de monetização.

Porém, é claro que para isso o vlogger precisa investir em uma plataforma de vídeos estável que suporte o acesso das pessoas sem qualquer problema de travamento, que seja segura e ofereça tudo que você precisa em termos de monetização.

Vale muito a pena!

Mas um vlogger que adota essa estratégia deve abandonar o YouTube?

Parece estranho incentivar que alguém que começou a criar seus conteúdos no YouTube, que consolidou sua carreira nessa plataforma, ganhou fama, audiência e visualizações abandone esse canal e parta para outro. Mas nós não estamos fazendo isso!

De forma alguma um vlogger deve parar de produzir conteúdo para o YouTube e focar apenas em seu canal profissional. O YouTube ainda deve continuar como parte da estratégia, mas agora como meio de atração de audiência e não mais como ambiente principal de divulgação do conteúdo.

O canal de maquiagem que citamos no início do artigo, por exemplo, começaria a criar conteúdo de isca para levar sua grande audiência para conhecer os cursos completos que ofereceria em seu ambiente principal. Se ele ensinou no YouTube a fazer uma sombra marrom para madrinhas de casamento, ele irá convidar os espectadores a fazerem o curso completo de maquiagem para casamento disponível na outra página, com dicas especiais e maquiagens que você tem em casa.

Ou o canal de design por exemplo, fará um vídeo sobre como vetorizar um objeto no Illustrator para disponibilizar de graça a audiência no YouTube e convidará todos a fazerem o curso completo de Illustrator no canal profissional, com passo a passo, links para download das imagens utilizadas e uma série de outras vantagens.

O YouTube vai ser essencial para divulgar seu trabalho profissional entre as pessoas que já te conhecem, admiram e acompanham e fazer que elas possam ter acesso a conteúdo diferenciado em outra plataforma que vai colaborar para a manutenção de conhecimento de qualidade na internet.


Investir em conteúdo em plataformas gratuitas é uma excelente forma de ganhar fama, visualizações, autoridade, e se tornar reconhecido pelos materiais que você produz por uma comunidade de pessoas. Porém, apesar disso ser extremamente satisfatório de diversas maneiras, muitas vezes apenas esses fatores acabam não compensando todo o esforço que se tem com a produção dos contéudos e é preciso pensar em formas mais eficazes de manter esse processo sustentável para continuar levando informação de qualidade a quem realmente se interessa pelo que você está disponibilizando. Então é hora de começar a investir em um ambiente profissional e elaborar estratégias de monetização do conteúdo produzido.

Lembre-se que para isso você deve ter uma plataforma estável, segura, que ofereça conforto e transmita credibilidade aos usuários.

Mesmo que o objetivo do seu canal não seja ganhar dinheiro, com esse tipo de estratégia é possível manter a produção de conteúdo de qualidade para os espectadores e entregar materiais cada vez melhores.

Você ainda tem dúvidas sobre como realizar esse processo ou das melhores formas de começar a migrar do YouTube para um ambiente profissional? A Samba Tech pode te ajudar. Continue lendo nossos materiais e solicite também uma consultoria gratuita!

como um vlogger pode expandir sua atuação para além do YouTube

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