Por Em Em setembro 18, 2017

Monetização por assinatura ou venda pontual? Descubra qual é a ideal para seu canal.

Empreendimentos digitais estão em alta, especialmente negócios que trabalham com vídeos online. Neste terreno, estudos já indicam que cursos EAD fazem parte da modalidade de ensino que mais cresceu no país nos últimos anos. E pelo visto vai crescer mais ainda! Um estudo realizado pela Sagah indica que em 2023 cursos on-line representarão 51% do mercado educacional no Brasil. É um ótimo momento para investir na monetização deles! Se você já tem conteúdo em vídeo e está pensando em qual seria o melhor modelo de venda do seu curso, conheça um pouco mais sobre venda por assinatura e venda pontual e escolha qual é o mais indicado para o seu negócio.

Antes de continuar, que tal baixar nosso guia para ganhar dinheiro com seu conteúdo em vídeo? É gratuito e vai te ajudar a transformar seu conteúdo em fonte de renda! Clique aqui e baixe agora.

monetizacao de videos

Como funciona a monetização do YouTube?

De forma breve, para ganhar no dinheiro com seu conteúdo no YouTube seu canal precisa ter muitas visualizações – muitas mesmo. Além de um complexo sistema de classificação e inscrição, a monetização é feita em cima de publicidade. Ou seja, além de muita gente assistindo ao seu vídeo, essas pessoas precisam engajar com a propaganda que aparece antes dele. É exatamente por isso que ganhar dinheiro no YouTube não é tão simples quanto parece.

Pensando exatamente em uma forma de fazer com que você ganhe dinheiro com seus vídeos é que a Samba desenvolveu o Samba Play!

Com o Samba Play, você tem uma plataforma personalizável – e segura! – para colocar seus vídeos no ar e ganhar dinheiro com eles desde o lançamento do seu canal. Muitos produtores de conteúdo já estão utilizando essa plataforma para vender seu conteúdo, como é o caso do Metaflix, que aumentou o faturamento em 100% todo mês usando o Samba Play! Dá uma olhada nesse artigo para conhecer um pouco mais essa história de sucesso.

Agora que você conhece um pouco mais da solução Samba Play, é hora de conhecer as formas de monetização por assinatura e venda pontual para entender qual desses modelos é o melhor para o seu canal. Vamos lá?

Venda por Assinatura

Na venda por assinatura, o cliente paga mensalmente o preço estipulado pelo publisher e tem acesso ilimitado a todo material do canal. Esse é um modelo extremamente eficiente para monetização e hoje em dia está ultrapassando as fronteiras do mercado de stream – vídeos, músicas, séries e filmes, por exemplo. Fornecedores e lojas dos mais variados produtos estão apostando em clubes de assinatura, no qual o cliente paga um valor mensal e recebe produtos novos todo mês. É possível encontrar tais clubes de assinatura de livros, comidas, bebidas e até kits surpresas! Assinaturas possuem um baixo custo para os clientes, que têm a tendência de seguir investindo o valor mensal a partir do momento em que assinam o serviço. Conheça um pouco mais das vantagens desse modelo a seguir.

Vantagens da venda por assinatura

  • Apostar na venda por assinatura é ter uma receita mensal recorrente.
    • Controlando o número de assinantes do seu canal, você consegue saber exatamente quanto dinheiro vai ganhar naquele mês. Isso pode ser essencial para seu planejamento. Utilizando esse modelo você só precisa conquistar o cliente uma única vez.
  • Facilidade de retenção e fidelização de clientes.
    • Concretizar uma nova venda é mais difícil do que fidelizar clientes já existentes, certo? Após já ter vendido, a chance de um cliente seguir pagando pelo serviço é maior.
  • Preço mais baixo.
    • Em geral, conteúdos vendidos por assinatura apresentam custo menor para o cliente. Por isso, um ponto forte para concretizar essa venda é o custo-benefício.
  • Período de teste grátis.
    • Assim como a gigante Netflix, seu canal pode oferecer um período de teste grátis para o possível cliente conhecer um pouco mais seu material. Ver o conteúdo e como pode ser relevante para ele vai ajudar a eliminar a insegurança e ajudar a concretização da compra.

Mas fique atento! Por motivo da facilidade do cancelamento, esse modelo exige um pouco mais de atenção na hora de renovar e reinventar seu conteúdo. Nesse caso, o desafio é sempre oferecer novidades para que esse cliente continue renovando a assinatura.

Para quem esse modelo é ideal?

Para saber se esse modelo de monetização via assinatura é o ideal para você, pense primeiramente em seu conteúdo, depois, em seu cliente e os hábitos de compra dele. Como o modelo de assinatura do canal permite que os clientes assistam, reassistam e tenham acesso ilimitado a todo conteúdo, o ideal é que você tenha muitas horas de conteúdo em vídeo. Pense o seguinte: você assinaria um plano mensal para ter acesso a algo que levaria poucos minutos para terminar de ver? Seus possíveis clientes pensariam na mesma coisa.

Além disso, é preciso pensar se o seu conteúdo é coeso como um todo. Quem paga pela assinatura precisa desfrutar da totalidade do conteúdo para que esse modelo seja vantajoso. Por isso, quem tem conteúdo voltado para um nicho específico é um excelente candidato a monetizar por assinatura.

Quem vende por assinatura?

Os gigantes Netflix e Spotify você já sabe que vendem por assinatura, mas olha só alguns clientes da Samba que também monetizam o conteúdo por esse modelo:

FisioPlay: A FisioPlay, chamada de Netflix da fisioterapia, é uma plataforma de vídeo-aulas voltada para fiseoterapeutas se manterem atualizados nos mais diversos assuntos do campo. Por uma assinatura mensal o cliente tem acesso a todo o conteúdo do canal.

Tia do Inglês: No Tia do Inglês, por um preço mensal o assinante tem acesso ilimitado a todo o conteúdo do curso de inglês. O curso é dividido em módulos e tem uma grande quantidade de vídeos disponível.

Para saber como criar seu próprio Netflix de nicho e começar a vender seu conteúdo por assinatura assim como os exemplos acima, clique aqui para baixar nosso material grátis!

netflix de nicho para monetizacao

Venda pontual

A monetização por meio de venda pontual significa vender um pacote de vídeos uma só vez. Nesse caso, não é vendido todo o seu conteúdo como no modelo de venda por assinatura, mas sim blocos de vídeos específicos. Esse conjunto de vídeos pode, inclusive, ficar disponível por tempo limitado. Esse é o modelo de monetização mais conhecido e mais próximo das vendas tradicionais, pois não requer um pagamento recorrente.

Vantagens da venda pontual

  • Em média, valor mais alto.
    • Em relação ao modelo de assinatura, a venda pontual é feita por um valor mais alto. Com isso, o retorno do investimento pode vir mais rapidamente. Mesmo sendo um valor relativamente mais alto, a possibilidade de parcelamento pode ajudar na hora de concretizar a compra.
  • O cliente paga apenas pelo que for interessante a ele.
    • Como não é necessária a venda do conteúdo completo, o cliente pode escolher o que realmente é útil a ele. Assim, fica mais fácil concretizar uma venda se o cliente escolhe exatamente o que quer comprar.
  • Maior abrangência de mercado.
    • Ao contrário da venda de assinatura, não é preciso que a totalidade do conteúdo seja coeso entre si. O produtor de conteúdo pode abordar diversos assuntos e criar coleções de vídeos que façam sentido juntos, sem necessariamente serem conectados às outras coleções. Assim, é possível explorar vários segmentos de mercado. Exemplo: Um canal focado em curso preparatório para concursos públicos pode vender separadamente blocos de aulas de disciplinas diferentes, possibilitando que os alunos comprem somente as aulas que possuem interesse.

Mas fique atento! A venda pontual torna ainda mais importante inovar na estratégia de marketing do seu canal, pois para manter uma receita recorrente, é preciso atrair e conquistar novos clientes regularmente.

Para quem esse modelo é ideal?

A monetização por venda pontual é ideal para o produtor de conteúdo que quer colocar o canal no ar mesmo sem ter uma grande quantidade de horas gravadas. É possível vender um curso completo de poucos vídeos, em vez da necessidade de ter um conteúdo diversificado para justificar o pagamento mensal. Além disso, o produtor de conteúdo que aborda vários assuntos – como já mencionamos, os cursinhos preparatórios, por exemplo – é o candidato ideal para vender seus conteúdos de forma pontual.

Quem vende pontual?

Esse é o modelo clássico de venda de cursos online. Conheça dois exemplos de clientes Samba Play que monetizam seu conteúdo por meio de venda unitária:

Ateliê Samira Nunes: O Ateliê Samira Nunes vende coleção de vídeos sobre confeitaria de forma pontual.

Cão Cidadão: A Cão Cidadão vende de forma pontual coleções de vídeos sobre adestramento de animais.

Agora que você conhece um pouco mais sobre as formas de monetização para canais de vídeo, que tal fazer um tour pelo Samba Play e ver de perto o que essa plataforma pode fazer pelo seu empreendimento digital? Só clicar aqui ou na imagem abaixo!

tour para monetizacao samba play

O mercado de vídeos online não para de crescer. Agora é um excelente momento para aproveitar esse crescimento e começar a ganhar dinheiro com seu conteúdo em vídeo. Já analisou qual desses modelos de monetização é o mais adequado para seu negócio?

E gostou do tour? Aproveite para pedir um orçamento especial para o seu projeto e tire já sua ideia do papel! Só preencher o formulário abaixo, que tal?


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Por Em Em setembro 15, 2017

Como utilizar a produção de conteúdo para ampliar o número de vendas online

Eu imagino que você já saiba a importância do Marketing de ConteúdoSe não, vou explicar de forma bem breve: através de conteúdo valioso e relevante, você vai educar, engajar e encantar pessoas de forma que elas estabeleçam uma relação com sua marca e seu negócio, aumentando as chances de gerar vendas.

Parece maravilhoso (e realmente é), mas existem alguns formatos que potencializam a conversão e serão mais interessantes para o objetivo do seu negócio.

Neste post vamos apresentar 7 formatos de conteúdo para gerar mais vendas. Mas antes, é importante esclarecer dois pontos:

O conteúdo é importante para os consumidores…

Os consumidores de hoje estão cada vez mais interessados em investir seus recursos em produtos e serviços realmente interessantes. A oferta é muito vasta e eles querem saber mais antes de tomar a decisão de compra.

É aí que entra o conteúdo! Ele vai dar as informações que o usuário busca e auxiliá-lo em sua tomada de decisões. Em outras palavras, o conteúdo vai ser o norte do usuário!

…logo, ele é fundamental para o seu negócio!

Nesse processo de busca, o usuário pode encontrar você! E, vendo valor na sua informação, ele vai ter uma visão positiva da sua marca, vendo a sua empresa como aliada.

Levando as pessoas a confiarem e comprarem da sua empresa, sejam vendas feitas online (via e-commerces ou marketplaces) ou conduzindo para lojas físicas em um relacionamento criado online.

E como isso afeta as vendas?

Bom, existe um ponto muito importante em uma estratégia de marketing de conteúdo: a geração de leadsOs leads são usuários que forneceram algum tipo de informação para você — como email, empresa que trabalha, segmento —  tornando-se clientes em potencial.

Quanto mais informações elas fornecem, melhor será a qualificação de leads. Ou seja, será possível entender quem são esses usuários, o que eles fazem, quais são seus problemas e seus objetivos.

Assim, é possível traçar o perfil da sua persona e realmente ajudá-la a resolver seu problema!

Importante: o seu conteúdo e o seu negócio são instrumentos para ela conseguir o que deseja. O tempo todo, o personagem principal da estratégia é o potencial cliente, e não sua empresa.

Todos esse foco no consumidor e na geração e qualificação das leads resulta em maiores chances do time de vendas conseguir sucesso no momento da venda!

Além disso, essas informações permitem acompanhar a lead através do funil de vendas e entender seus interesses. Assim, é muito mais fácil produzir conteúdo de qualidade, interessante e que cumpra as propostas do marketing de conteúdo. Mas como, de fato, gerar essas leads?

Eu te mostro agora!

7 formatos de conteúdo para ampliar o número de vendas

1. Blog posts

Os blog posts são fundamentais em uma estratégia de marketing de conteúdo. O interessante é que eles permitem uma variedade de tipos de conteúdo e podem abordar temas extremamente diversos.

Depois de criar um blog, é importante estabelecer um calendário editorial: é ele que vai nortear os temas, frequência, tamanho e outros detalhes do conteúdo.

Feito isso, tente encontrar os melhores horários de postagem e divulgue-o por meio do email e das redes sociais. Crie oportunidades de divulgação variadas e tente conseguir algumas informações dos usuários em momentos oportunos.

Você pode, por exemplo, criar uma newsletter interessante ou inserir formulários com alguma oferta (um ebook, por exemplo) no meio do post.

2. Vídeos

Vídeos são um formato de conteúdo em constante crescimento. Segundo um relatório da Cisco, até 2021 eles representarão 82% do tráfego dos consumidores na Internet.

De fato, a oportunidade de consumir informação de forma fácil e rápida é muito tentadora. Para as empresas, não dá pra deixar de investir nisso!

Por isso, não deixe de usar vídeos em sua estratégia. E, ao contrário do que muitos pensam, não é necessário gastar rios de dinheiro. Alguns tipos de vídeo que você pode usar na sua estratégia e que prometem gerar muitas leads são:

Webinars

Os webinars são transmissões de vídeo ao vivo. Eles permitem que você faça uma transmissão sobre algum assunto que interessa sua audiência, gerando conteúdo educativo e valioso.

Eles são interessantes porque você pode solicitar o email dos usuários para que eles recebam o link da transmissão. Assim, você já tem uma primeira informação desses usuários. Depois, envie a transmissão por email! Assim, aqueles que se interessarem continuarão engajando.

Explore várias temáticas em diferentes webinars. Você pode dar aulas, fazer uma discussão sobre algum tópico ou até mesmo explicar o seu produto ou serviço.

Tutoriais

Os tutoriais são conteúdos muito ricos. Todo mundo quer aprender algo, certo? Descubra o que sua persona quer aprender e faça tutoriais sobre isso. Você pode fazer isso de mil e uma maneiras e explorando diferentes temáticas.

Que tal mostrar o funcionamento de uma ferramenta? Ou explicar como construir uma estratégia de marketing? As possibilidades são múltiplas.

Faça do tutorial uma oferta e peça informações da lead. Assim, é possível estabelecer um fluxo de nutrição identificando o interesse na temática da oferta.

Cursos online

Outra opção é investir em aulas online, estruturando um curso. Isso é extremamente rico para pessoas que querem enriquecer seus currículos para conseguir um emprego.

As aulas são ótimas oportunidades para conseguir muitas informações! Peça o email, dados demográficos e área de trabalho.

Quer descobrir como a Samba usou vídeos para aumentar – e muito – suas oportunidades de negócio? Baixe o infográfico clicando aqui ou na imagem abaixo 😉

aumentar as vendas e produtividade

3. Ebooks

Os livros digitais permitem que você crie um conteúdo mais extenso e que explore melhor uma temática. Eles são muito valiosos, pois ensinam todo um processo e facilitam a absorção de informação por terem uma apresentação visual mais agradável.

Construa landing pages que peçam informações em troca desse material tão valioso! Seguindo as boas práticas, sua qualificação e acompanhamento das leads pelo funil vai ter muito sucesso, o que possibilita que o time de vendas contate-as no momento certo com a melhor proposta.

4. Cases de sucesso

Quer uma forma melhor de mostrar para os visitantes que seu produto é incrível do que mostrando o sucesso dos seus clientes com ele?

Os cases de sucesso possibilitam exatamente isso! Seja em texto ou vídeo, eles são uma maneira consistente de mostrar o resultado e atestar a qualidade do seu produto ou serviço.

Estruture-os de forma a mostrar como era a realidade do cliente antes e depois da aquisição, evidenciando o impacto positivo do seu produto e o crescimento que isso trouxe para o negócio.

Assim, você mostra valor e potencializa as chances de uma lead tornar-se um cliente.

Um exemplo é esse case aqui, que mostra como um cliente da Samba está dobrando seu faturamento todo mês usando o Samba Play.

5. Newsletter

Já falamos brevemente sobre a newsletter anteriormente, mas é válido entrar em mais detalhes desse formato.

Ela é tão valiosa porque é um contato direto com seus potenciais clientes: eles assinaram esse conteúdo, então eles não só deram permissão como mostraram real interesse em recebê-los em primeira mão em suas caixas de email.

Não deixe essa oportunidade passar! Crie newsletter interessantes, com temas variados e um formato visualmente agradável. Faça assuntos de email interessantes e invista na criatividade!

Por fim, veja os resultados da newsletter: quais links foram mais clicados? Quais assuntos geraram uma taxa de abertura maior? Essas informações vão ajudar a entender os interesses das leads e permite que a produção de conteúdo seja orientada para isso.

6. Podcasts

Podcasts são conteúdos em áudio! O mais legal deles é que podem ser inseridos em diferentes canais.

Você pode criar uma série de podcasts no seu blog ou fazer uma conta no Spotify, por exemplo. Em ambos os casos, há a possibilidade de gerar engajamento: a primeira por aumentar o tráfego e a segunda por estabelecer mais um ponto de comunicação nas redes sociais.

Seja qual for a escolha feita, tenha em mente que é essencial explorar assuntos relevantes e que estimulem interação da audiência. Divulgue links relacionados, além de incentivar o debate nos comentários do post ou nas redes sociais.

7. Infográficos

Apresentar a informação de uma forma abreviada e visual, facilitando o entendimento do usuário: essa é a proposta de um bom infográficoOs infográficos apresentam uma grande aceitação pelos usuários, além de terem grande potencial de viralização.

Para criar infográficos, é legal escolher os temas mais falados pela sua persona. Torne a informação mais digerível: forneça dados, insights, mostre o passo a passo e os principais pontos.

Mas como um infográfico ajuda na venda?

Bom, primeiro: você pode torná-lo uma oferta! Um combo de infográficos, por exemplo, ou até mesmo inserir um formulário em um conteúdo solicitando o email do usuário (em troca, ele recebe o infográfico diretamente em sua caixa de entrada).

Indo um pouco além, imagine uma situação em que um vendedor está em contato com a lead, informando mais sobre o produto ou até mesmo propondo uma venda. Suponha que o vendedor queira mostrá-la alguma informação. Com certeza não é o momento de ler um blog post, ele não é suficientemente atrativo naquele momento. Ebooks, podcasts e vídeos então, nem pensar: muito grandes.

O infográfico é uma forma fácil e rápida de mostrar a informação que realmente interessa e com maiores chances de prender a atenção! Isso é vendarketing: unir esforços conjuntos para facilitar a jornada do cliente e aumentar as conversões!


Após tanto trabalho para atrair usuários, gerar e qualificar leads e prepará-las para o momento da venda, nada mais justo do que entender como fazer uma boa gestão das leads e realmente ver os resultados de todos esses esforços revertidos em receita!

Aprenda tudo sobre o assunto com o ebook gratuito Gestão de Leads!

E se você quer aprender mais sobre Marketing Digital, leia também este infográfico sobre como essa estratégia vai ajudar seu negócio.

aprender sobre marketing digital aumentar a produtividade


rock content sobre como a tecnologia esta mudando o marketingArtigo produzido pela equipe de conteúdo da Rock Content.

Através de um excelente marketing de conteúdo, a Rock ajuda outros negócios a aumentarem seu faturamento e a fazerem sucesso no ambiente digital.

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Por Em Em setembro 14, 2017

O que é um projeto? Entenda o essencial para começar o seu!

Em qualquer lugar que você converse com outras pessoas ou amigos, seja na empresa, faculdade, internet ou até mesmo em uma festa, tem sempre alguém falando em “projeto”. Alguns têm projetos de viagem, outros, um “projeto pessoal”, e há ainda quem tem projetos de construção ou de um negócio.

Esse termo começou a se tornar bastante frequente em nossa realidade e, de repente, ter um projeto é algo importante para as pessoas. É algo que orienta suas vidas e as faz sentir como se tivessem realmente um plano ou algo importante a ser feito.

Porém, conceitualmente falando, a maioria das pessoas não entende realmente o que é um projeto ou tem noção de suas etapas e formas de execução. Isso pode impactar os resultados obtidos com cada um desses planos e fazer com que o projeto acabe se tornando um caos, em vez de trazer satisfação e realização.

Portanto, se você tem um projeto, qualquer que seja ele, é importante ter noção de alguns pontos. E para te ajudar, nós produzimos este artigo contando o que é um projeto e alguns outros pontos básicos que você precisa entender sobre ele.

Vamos lá?

Antes de começar, caso você esteja tentando abrir uma startup e queira compreender o passo a passo para fazer isso, indicamos que você acesse este infográfico sobre o assunto! Basta clicar aqui ou na imagem abaixo.

O que é um projeto

Quando pensamos de uma forma mais popular, um projeto pode ser definido como o escopo ou planejamento de algo que será realizado no futuro. Porém, apenas isso não é o suficiente para orientar alguém e deixa muitos pontos sem explicação.

Portanto, é preciso partir para uma definição mais técnica: segundo o PMBOK, o guia supremo do gerenciamento de projetos, um “projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo”. Ele possui um objetivo específico e único e normalmente possui recursos delimitados (pessoas, investimentos, equipamentos, etc).

Mas vamos então entender o que cada parte significa. Primeiro, um projeto é temporário por ter seu começo e fim definidos e conhecidos. Se não tiver fim, então ele será um produto, um processo ou uma operação. Um projeto precisa de prazos definidos!

Todo projeto tem um objetivo específico porque, afinal, esse objetivo é que, em primeiro lugar, fez com que surgisse o projeto. Portanto, desde o início deve estar clara qual é a meta do projeto e quais os resultados esperados. A questão da exclusividade aparece pois, normalmente, as pessoas começam um projeto para criar algo que ainda não existe – pelo menos na vida delas.

Sobre os recursos, um projeto precisa ter recursos delimitados, pois só assim será possível concluir o que se espera e evitar custos desnecessários e prejuízos. É por isso que no início de um projeto deve-se elaborar um esquema com tudo que será necessário em termos de time, equipamentos, dinheiro, infraestrutura e mais.

Para que serve um projeto

E sabendo o que é um projeto, você deve estar se perguntando qual a é a real função dele, certo? Vamos explicar.

Ter um projeto é essencial em diferentes ocasiões, uma vez que torna mais simples a realização e concretização de ideias e planos. Um projeto é capaz de organizar todas as etapas de qualquer empreendimento de forma racional e lógica e fazer com que você evite retrabalhos, prejuízos financeiros e atrasos em suas entregas. Isso porque, um projeto é capaz de prever – até certo ponto – quais serão os esforços necessários, os possíveis problemas de percurso, o que você precisará em termos de equipe, investimentos e infraestrutura, e, assim, você fica mais preparado para realmente concretizar sua ideia e transformar seus planos em realidade.

Um projeto é um facilitador!  

E falando em empreender, o primeiro passo para o sucesso é conhecer bem o público e segmentá-lo. Neste material sobre nichos de mercado, você pode ver tudo sobre o assunto! Vale conferir.

Tipos de projeto

Um projeto pode ser utilizado em diferentes situações e com diferentes objetivos. Por isso, existem vários tipos de projetos. A seguir, vamos falar sobre alguns deles e explicar suas particularidades.

Projeto social

Esse tipo de projeto tem como objetivo apoiar causas sociais ou auxiliar grupos marginalizados, que precisam de atenção (como dependentes químicos, portadores de doenças raras, sem-teto e etc). Projetos Sociais normalmente são realizados por ONGs ou resultam na criação dessas – uma vez que eles não têm fins lucrativos. Assim como qualquer outro, esse tipo de projeto deve ter um objetivo definido e ser organizado de forma racional e estratégica.

Projeto de negócios

Nesse caso, o objetivo do projeto é abrir uma empresa ou criar novas soluções para um negócio já existente. O nível de complexidade desse tipo de projeto pode ser maior ou menor, dependendo do objetivo final do empreendedor, e normalmente ele envolve outros processos como a criação de planos de negócio, estudos e segmentação de mercado e análise da concorrência.

Projeto de pesquisa

Um projeto de pesquisa normalmente tem fins acadêmicos e é realizado por pesquisadores, estudantes ou especialistas de uma área. O objetivo desse tipo de projeto é guiar as pesquisas que serão realizadas e ele normalmente possui uma estrutura diferente, composta por partes como metodologia, hipóteses, revisão bibliográfica e problema de pesquisa.

Projetos digitais

Um projeto digital é aquele que tem como objetivo criar um processo ou produto que seja totalmente realizado no ambiente online – como um site ou um software, por exemplo. Esse tipo de projeto tem algumas particularidades, por exemplo, o uso e domínio de tecnologias, compreensão dos tipos de interação digital e foco na experiência do usuário.

Ciclo de vida de um projeto

Como já citamos, um projeto deve ter uma duração determinada – um ínicio e um fim. Portanto, ele normalmente segue algumas etapas que o guiam nesse processo e o levam até o momento da conclusão. Essas etapas são: iniciação, planejamento, execução, controle e finalização.

Nenhuma etapa é mais importante do que a outra, porém é preciso ter um cuidado especial com a iniciação e planejamento, pois é aí que você terá um guia para o restante do projeto e suas outras etapas.

Nas etapas de execução e controle você deve implementar e analisar os primeiros resultados do seu projeto para então conseguir compreender o que foi um sucesso e o que pode ser melhorado. Não fique aguardando ter o produto perfeito para começar a fazer seus testes, afinal, é o mercado que vai ser capaz de dizer o quanto você ainda precisa melhorar e aprimorar o que já tem.

Por fim, na finalização, é hora de realizar o objetivo do projeto, oficializa-lo e focar em gestão do conhecimento, documentando todos os processos, sucessos e impedimentos que o time teve ao longo do caminho.  

E se você está buscando inspiração para seus projetos, nós recomendamos que você dê uma olhada neste Guia sobre Economia Criativa 😉

O gerenciamento de projetos

Diante disso tudo, para que um projeto seja bem sucedido, ele precisa ser executado com cuidado em todas as suas etapas. E para que isso seja feito, um bom gerenciamento de projetos é essencial.

Em todo projeto, deve haver uma pessoa responsável por sua execução e essa pessoa normalmente é o Gerente ou Gestor de Projetos. Ele deve estar ciente de todas as tarefas que precisam ser desempenhadas, cuidar dos resultados em cada fase e também delegar responsabilidades entre as pessoas da equipe. Ele é o líder do projeto e boa parte de seu sucesso depende dele.

Porém, é importante lembrar que o projeto não deve ser uma preocupação apenas dessa figura. Toda a equipe envolvida deve estar comprometida com suas tarefas e contribuir o máximo possível para o desenvolvimento do todo.

Durante a execução do projeto, uma boa comunicação entre as diferentes equipes e o Gerente é essencial e pode evitar problemas. Por isso, é importante que a equipe use diferentes canais e também pense em formas simples e eficientes de melhorar sua comunicação – como por meio dos vídeos.


Você está pensando em começar um projeto ou está buscando por formas de melhorar o seu desempenho na realização deles? Então tenha sempre em mente as diretrizes das quais falamos neste artigo:

  • Lembre-se de que um projeto precisa ter início e fim. Então trabalhe com prazos!
  • Todo projeto precisa de um objetivo. Tenha isso claro desde o início.
  • Um projeto é único e deve ser tratado como tal. As práticas e processos usados em outra ocasião podem não ser as mais adequadas agora.
  • Lembre-se de seguir todas as etapas de um projeto e trabalhar de forma eficiente e organizada em todas elas.
  • Trabalhe com recursos definidos para cada fase do projeto e sempre pense de maneira ampla em tudo que você irá precisar.
  • Garanta um bom gerenciamento e lembre-se de que manter uma boa comunicação entre o time é essencial.  

Com essas diretrizes, com certeza será muito mais simples desenvolver seus planos e conseguir bons resultados.

E por fim, se você quer saber mais sobre a importância da comunicação em seus projetos e também conhecer maneiras de melhorá-la, baixe este guia sobre o assunto clicando aqui ou na imagem abaixo!

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Por Em Em setembro 13, 2017

5 dicas para melhorar a retenção de público em seus vídeos

Muita gente não sabe, mas para além do número de visualizações, prender a atenção do espectador é a melhor forma de engajar e fazer com que seu conteúdo realmente deslanche. Por isso a retenção de público é tão importante para quem trabalha com vídeos.

Você já deve ter percebido que o mercado dos vídeos online faz parte de um terreno muito fértil no meio digital. Apesar das grandes oportunidades, trabalhar com seu conteúdo exige dedicação e estudo para poder aproveitar ao máximo tudo que essa área pode oferecer.

Por esse motivo, se você está pensando em investir em seu conteúdo em vídeo e começar um negócio digital, precisa aprender tudo sobre retenção de público. Já ouviu falar? Ainda não? Nesse artigo você vai entender o que é e, mais importante ainda, como otimizar a retenção de público nos seus vídeos.

E se você quer começar a lucar com seus vídeos sem precisar de um número exorbitante de visualizações, que tal conhecer a plataforma Samba Play? Com ela você começa a ganhar dinheiro com seu conteúdo em vídeo agora mesmo. Clique aqui e faça um Tour!

samba play alternativa ao youtube

O que é retenção de público?

Para entendermos melhor o que é isso, vamos pensar na seguinte analogia: Imagine que você vai para uma aula disposto a aprender, mas após 5 minutos já está completamente desinteressado no que o professor está falando. Por mais que você responda a chamada e ganhe a presença naquele momento, não aprendeu muito de fato, certo? Isso aconteceu pois, provavelmente, o professor não conseguiu segurar a atenção dos alunos de maneira efetiva. O mesmo acontece com conteúdos em vídeo.

Se uma pessoa clica para assistir ao vídeo, o número de visualizações aumenta, mesmo que essa pessoa o feche após 1 segundo. É aí que entra a taxa de retenção. Essa taxa mede quanto tempo as pessoas, de fato, assistiram ao vídeo. Com isso, você pode analisar exatamente qual a porcentagem de pessoas que chegaram até o final do vídeo, qual ponto do vídeo está perdendo mais audiência, quanto tempo, em média, as pessoas assistem ao conteúdo e muitas outras informações importantes.

retencao de publico

Por que é importante?

Hoje em dia, a retenção de público, no caso dos vídeos online, conta muito mais para fatores de rankeamento e SEO do que o número de visualizações. Ferramentas de busca – como o Google – querem saber se o conteúdo que você propõe é, de fato, relevante para quem está procurando. Então, se você possui um vídeo com menos visualizações, mas uma taxa de retenção maior, tem muito mais chance de aparecer entre os primeiros resultados da busca sobre um determinado assunto.

Ou seja, quanto maior a retenção, maior a relevância do seu conteúdo! Mas não se preocupe, como indicado no gif acima, a taxa de retenção de um vídeo dificilmente ficaria como uma linha reta – ou mais dificilmente ainda, uma linha crescente. Até certo ponto, o público desistir de um vídeo antes do final é natural. O problema acontece quando a taxa de retenção está muito baixa.

Para te ajudar a melhorar essa taxa do seu conteúdo, confira as 5 dicas que preparamos que vão te ajudar na hora de trabalhar com os vídeos. Antes disso, vamos pensar um pouco sobre a distribuição do conteúdo no seu vídeo.

Pense nas partes do vídeo

Introdução

A introdução é a parte mais importante para manter a retenção de público alta. É logo no início que a pessoa vai decidir se ela vai assistir esse conteúdo ou não. Por isso é tão importante conquistar sua audiência logo de cara! Se o público está fechando o vídeo com poucos segundos, provavelmente a introdução não está interessante o suficiente para mantê-lo atento. Por isso é tão importante caprichar na introdução para aumentar a retenção de público do seu vídeo.

Uma boa dica para fazer exatamente isto é deixar o público curioso. Fale brevemente tudo que você planejou para o restante do vídeo de forma a deixar o público com “gostinho de quero mais” 😋

Aposte também no visual da introdução, na música de fundo e até em uma vinheta. Um conteúdo visualmente atrativo também ajuda a manter o público interessado no que você tem a apresentar.

O corpo do vídeo

É aqui que realmente começa a apresentação do conteúdo. Se a pessoa chegou até aqui, provavelmente viu pela introdução que esse é um vídeo que a interessa. Não deixe a peteca cair! A forma como você apresenta o conteúdo no vídeo tem tudo a ver com a retenção da atenção do público. Pense sempre na moderação e fuja de excessos! Confira algumas dicas de como turbinar o corpo do seu vídeo e manter o público atento.

  • Seja engraçado, mas não exagere: O humor é uma ótima ferramenta para prender a atenção, mas piadas demais acabam ficando sem graça, não é? Utilize exemplos engraçados e piadas para interagir com o público, assim elas vão ter mais interesse no que você está falando. Em contrapartida, evite excesso de piadas, bordões e frases de efeito, pois você pode acabar saturando o público e causando o efeito contrário do desejado.
  • Utilize B-Rolls: Você sabe o que é b-roll? Eles são aqueles cortes nos quais aparecem conteúdos visuais – animações, gráficos, fotos, conteúdo externo etc – entre as cenas principais do vídeo. Eles agregam muito valor à produção e deixam o vídeo mais dinâmico e interativo. Pense só, um vídeo no qual aparece apenas uma pessoa falando com a câmera o tempo todo parece bem mais cansativo do que um que apresenta fotos, cortes bem planejados e diversidade de material visual, certo? Mas lembre-se novamente: fuja do excesso! O b-roll também deve ser planejado e deve fluir naturalmente com o assunto do vídeo. Faça com que apareça espontaneamente, caso contrário, fará com que o vídeo fique sem nexo e desinteressante.
  • Energia! Uma boa forma de manter as pessoas interessadas é você se mostrar interessado também! Pode parecer estranho, mas uma prática comum na produção de vídeos é falar, gesticular e se apresentar com energia em dobro. Pode parecer estranho de início, mas lembre-se que ao interagir via vídeo você deve suprir uma falta de interação face-a-face. Ou seja, normalmente você não conversaria com alguém com energia dobrada, falando mais alto e gesticulando muito, mas isso é uma prática recomendada para vídeos. Um vídeo não pode ficar monótono nunca!

Para gerar ainda mais engajamento com seus vídeos online, conheça nosso infográfico com 18 ideias para você aplicar e dobrar o engajamento em seu conteúdo!

Fechamento do vídeo

Agora é hora de encerrar seu vídeo. Nessa parte, é normal perder um pouco a retenção de público, pois se a pessoa já encontrou a resposta que ela estava procurando no vídeo, ela pode fechar sem chegar ao fim. Aproveite esse momento para fazer ganchos para outros conteúdos seus. Encoraje o público a assistir outros vídeos, deixar comentários, sugestões e dúvidas. Assim, vocÊ aumenta a taxa de retenção não só do vídeo, mas como do seu canal em geral e ainda solidifica sua presença digital criando uma identidade.

Dica: Você pode criar playlists de vídeos relacionados ao assunto ou deixar links para outros conteúdos semelhantes que você já gravou. O fato das pessoas passarem mais tempo em seu canal, blog ou site também contam – e muito! – para fatores de rankeamento e SEO.

5 dicas para otimizar a retenção de público

Conteúdo interessante

É aqui que tudo começa! Pode até parecer óbvio, mas é bom lembrar a importância do seu conteúdo despertar o interesse das pessoas. Um vídeo com o conteúdo desinteressante vai ter muito mais dificuldade em prender a atenção de alguém do que um vídeo inovador e interessante, não é?

Pense em assuntos que você domina, técnicas novas que pode ensinar, curiosidades e muitas outras coisas. Faça algo que você gostaria de ver!

Este já é o primeiro passo para cativar a audiência durante todo o vídeo. Depois que você já decidiu o conteúdo, está na hora de pensar em como vai apresentá-lo.

Conteúdo de Qualidade

Não só interessante, seu conteúdo precisa ser bem gravado. Qualidade é essencial! Se o áudio estiver ruim, a imagem escura ou desfocada, o cenário desinteressante, a chance das pessoas desistirem de assistir é muito grande.

A qualidade do seu vídeo começa no material! Uma boa câmera, um bom microfone e uma boa iluminação são investimentos de extrema importância para quem quer trabalhar com conteúdo audiovisual.

Faça vídeos menores e focados no propósito

Seja conciso! Isso é um fator muito importante para manter a audiência ligada em seu conteúdo. Grande parte das desistências acontece quando começam as divagações. Se em uma aula presencial já perdemos a atenção quando o professor começa a falar sobre outros assuntos, imagina em um vídeo? Além disso, a taxa de desistências se mostra maior em vídeos maiores. Para driblar isso: Foco!

Para evitar devaneios desnecessários, faça um planejamento. Antes de gravar, elabore um roteiro. Essa é a melhor forma de garantir que você falará apenas o relevante. Além disso, com o roteiro, você pode já planejar onde colocará os b-rolls, as pausas na fala e já começar a planejar a edição!

Não engane o público

Você se lembra do que falamos sobre a taxa de retenção ser muito mais relevante do que o número de visualizações? Pois é! Clickbaits com títulos falsos e thumbnails mentirosos para aumentar número de clicks, hoje, de nada contribuem para a visibilidade do seu vídeo e do seu canal. Por isso, seja o mais verdadeiro possível na descrição do seu conteúdo. Se as pessoas perceberem que o conteúdo não condiz com o prometido, irão fechar o vídeo imediatamente, fazendo com que a taxa de retenção seja baixíssima.

A ideia é nunca prometer o que você não pode cumprir! Utilize o título e a descrição do vídeo para especificar o que vai ser tratado no vídeo de forma a deixar o público curioso para assistir.

Um exemplo, caso esteja gravando um vídeo de dicas para músicos, um bom título seria “5 dicas para aprender a tocar violão”. Na descrição você poderia colocar “nesse vídeo iremos explorar 5 dicas básicas para quem está querendo aprender a tocar violão”. Pronto! Título e descrição claros, que instigam a curiosidade e cumprem o que prometem! Resultados bons na certa!

Capriche na edição

Para amarrar tudo que você fez durante a produção, capriche nas edições! É na hora da edição que você vai deixar seu conteúdo conciso, cortar os erros e adicionar os conteúdos extras – os b-rolls que falamos lá em cima.

Mas não se preocupe! O processo de edição, apesar de parecer muito complexo, não precisa ser! Existe toda uma variedade de softwares que são fáceis de mexer e podem agregar muito valor ao seu vídeo. Um vídeo visualmente interessante já é um vídeo prontinho para manter a audiência focada!

Dica bônus

Estude sua taxa de retenção! Entender exatamente em qual momento ela caiu, subiu ou teve variações drásticas é a melhor forma de saber o que precisa ser melhorado e o que você deve continuar fazendo. Pode ser complicado no início, mas com tempo você pega jeito. À medida que você entende mais sobre ela, fica mais fácil saber como utilizar ao seu favor! 🙂

Depois de aplicar essas técnicas, é só se preparar para o sucesso!

Para te ajudar ainda mais, a Samba preparou o Guia para ensinar usando humor de forma efetiva. Com certeza esse material vai te ajudar – e muito – com a retenção de público e o sucesso dos seus vídeos. Baixe gratuitamente clicando aqui ou na imagem abaixo!

curso online atrativo

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Por Em Em setembro 11, 2017

Como fazer um vídeo com baixo orçamento: 7 dicas para você iniciar sua produção audiovisual!

Se uma imagem vale mais que 1000 palavras, um vídeo tem valor inestimado e irá levar sua empresa a outro patamar em termos de comunicação, desenvolvimento e eficiência. Pode até parecer complexo, mas vamos te mostrar como fazer um vídeo de forma rápida, fácil e com baixo orçamento!

No mundo dos negócios, uma das máximas mais levadas a sério é a que diz que “tempo é dinheiro”. Com a evolução da tecnologia e o ritmo alucinado em que as pessoas vivem, as corporações precisam ser leves, dinâmicas e sem burocracias, caso contrário, estarão correndo risco de perder em relevância, credibilidade e acabar tendo prejuízos enormes.

Por isso, por mais que muitos ainda acreditem no mito de que não tem como fazer um vídeo sem gastar muito dinheiro, muitas empresas ainda evitam investir nesse tipo de ferramenta e perdem muito em eficiência comunicacional, produtividade e, inclusive, em rapidez na hora de transmitir uma mensagem.

Vídeos são a forma de comunicação mais quente do momento e não apostar neles é um erro enorme que pode gerar prejuízos para as empresas em diversos níveis.

Com o conhecimento e a preparação certa, você é capaz dominar a arte de como fazer um vídeo de forma simples, com qualidade profissional e sem gastos excessivos de tempo e dinheiro.

Quer saber como? É só continuar lendo!

#1 Tenha seu equipamento próprio

A gente sabe que pode até parecer estranho falar que comprar equipamentos vai te economizar em orçamento na hora de gravar um vídeo, mas a verdade é que investir nos seus próprios materiais vai te ajudar a não depender de terceirizações.

Por exemplo, vamos supor que você não tenha aparelhos de iluminação. Você teria duas opções: negligenciar a iluminação e correr o alto risco de fazer um vídeo com baixa qualidade profissional ou alugar equipamentos e acabar gastando parte do seu orçamento. Agora adicione a essa situação a necessidade de uma câmera, microfone e local de gravação: o orçamento para seu vídeo vai aumentando cada vez mais, não é mesmo?

Por isso, apesar de ser um investimento inicial maior, providenciar seu próprio equipamento será uma iniciativa que vai te poupar (e muito!) na quantia gasta por cada vídeo, tornando seu conteúdo cada vez mais barato de ser produzido!

E a melhor parte é que hoje o mercado já te dá opções de materiais super em contas (ou até mesmo a possibilidade de improvisar com o que você tem em casa)!

Quer entender mais sobre como fazer um vídeo profissional e ainda saber como montar seu próprio estúdio em casa? Vem dar uma lida no nosso Guia:

como fazer um vídeo montando um home studio

 #02 Planeje seu vídeo

Você nunca deve nem pegar em uma câmera sem antes ter uma ideia clara do que quer de fato filmar e fazer com seu vídeo.

Começar a produzir vídeos sem um planejamento definido e sem saber ao certo o que fazer, criando cenas na hora, “de improviso”, vai fazer com que você gaste muito tempo corrigindo erros, fazendo regravações e mudando de planos.

Principalmente se você for gravar seu vídeo em alguma área externa ou até mesmo se for contratar pessoas para participarem da sua produção, pense que a cada cena refeita você pode estar gastando não somente tempo, mas também dinheiro.

Portanto, reúna sua equipe, realize brainstormings, defina seus objetivos com o vídeo, planeje as cenas que tem que filmar, coloque-as em uma ordem lógica de filmagem e pronto! Não dá muito trabalho e com certeza compensa muito em termos de economia de tempo.

Comece definindo o objetivo do vídeo e respondendo a algumas perguntas. Para te ajudar, separamos alguns questionamentos que podem te ajudar a nortear sua produção e, assim, saber quais serão as tomadas necessárias:

  • Porque você está fazendo esse vídeo?
  • Quem vai assistir a esse vídeo?
  • Qual o melhor formato e abordagem de vídeo para essa audiência?
  • Qual a duração do seu vídeo?
  • Qual será o cenário? Será ao ar livre, dentro de casa? Você precia comprar ou alugar materiais?
  • Você precisa de atores? Quantos?

A partir disso, tenha uma noção geral das cenas que você precisa filmar, da história que será contada, e do que será incluído em cada uma delas. Com esse planejamento você consegue organizar o seu tempo a ponto conseguir formar uma ordem lógica para realizar as filmagens.

Se você irá utilizar mais de um cenário, ator ou figurino no filme, por exemplo, procure estabelecer uma ordem de filmagem que facilite sua vida. Normalmente, filmar por cenário é a melhor opção, uma vez que, dessa forma, você evita de ter que mudar todos os seus equipamentos de lugar inúmeras vezes e economiza esforço.  

Ah, e falando em cenário, você sabe como fazer um vídeo usando o chroma-key? Então dá uma olhadinha aqui nesse artigo que a gente te conta tudo sobre a magia que você pode fazer com a tela verde.  

 #03 Tenha um roteiro

Se um planejamento superficial já pode ser uma excelente forma de economizar tempo e esforço, um roteiro pode fazer mágicas na hora de produzir seus vídeos!

Com um roteiro, você é capaz de definir, de forma detalhada, todos os aspectos da filmagem  como movimentos de câmera, falas dos atores, trilha sonora, legendas e letreiros a serem incluídos, efeitos, e muito mais.

Isso vai ajudar na hora de filmar, evitando que os atores tenham de improvisar falas e gastem muito tempo com erros e correções. Além disso, ao já deixar definidas as posições de câmera e dos atores, você economiza em testes de cena e colabora com a edição final, uma vez que garante que tudo vai se encaixar com coerência durante a montagem do filme.  

E apesar de parecer um monstro de sete cabeças, a verdade é que fazer um roteiro é extremamente simples! Lembra na dica acima, quando nós pedimos que você definisse sua história de uma forma geral e tivesse uma noção de tudo que iria ser filmado? O roteiro nada mais é do que o detalhamento desse passo.

A partir da história geral, você deve detalhar cada cena, especificando o que irá conter em cada uma das partes: falas, movimentos, posicionamento de câmera e atores, trilha, efeitos, letreiros a serem incluídos na edição, e tudo mais que você achar necessário, devem ser especificados no roteiro.

Lembre-se de que, assim como uma boa história, seu vídeo deve ter início, meio e fim. Além disso, utilize e usar estratégias que convençam o espectador de suas intenções.

Quer saber mais a fundo tudo sobre como fazer um vídeo usando roteiros? Neste kit aqui a gente te conta o passo a passo e te dá várias dicas! 🙂

como fazer um vídeo usando roteiro

#04 Garanta um lugar adequado para produzir vídeos

Mesmo que você não tenha um estúdio ou um local específico determinado para suas gravações, garantir um espaço adequado para realizar as filmagens é essencial.

Se você começa a filmar sem a certeza de que o espaço é mesmo o ideal, pode acabar perdendo muito tempo com mudanças e também comprometendo o resultado final das gravações.

Como já indicado, faça uma lista dos lugares em que você precisa filmar e garanta que eles oferecem boas condições para produzir vídeos. Verifique:

  •  Se há espaço suficiente para os equipamentos e os atores, sem que ele comprometa o enquadramento e outros aspectos técnicos.
  • Se não há pessoas passando ao fundo quando isso não é desejado.
  • Se, na falta de equipamentos específicos, o local oferece uma boa iluminação para a cena.
  • Se não existem ruídos que possam comprometer o áudio e a qualidade do filme.
  • Se você realmente vai poder utilizar o local para gravar seu vídeo, sem ser interrompido ou ter que acabar mudando de planos no meio do caminho.

Sabemos que imprevistos acontecem e que é difícil prever uma carreata na rua no momento da filmagem, por exemplo, porém, seguindo esses passos, você consegue evitar a maioria dos contratempos e gravar todas as cenas em cada locação sem maiores complicações.

Investir em um home studio, com equipamentos básicos de gravação e edição, como já pontuamos, também pode ser uma ótima solução e evitar a maioria dos problemas com locação. Você pode montar o seu em um quarto vazio da sua casa, em uma sala inutilizada na empresa, ou até em um canto tranquilo qualquer do escritório.

#05 Use equipamentos com os quais você tenha familiaridade

Se você não tem experiência em como fazer um vídeo ou não tem familiaridade com equipamentos mais robustos, não perca seu tempo tentando gravar com uma câmera super profissional, fazendo ajustes manuais e explorando funcionalidades. O mesmo vale para outros equipamentos.

O máximo que você vai conseguir com isso é dobrar seu tempo de preparação e filmagem e ainda colocar em risco toda a produção por possíveis erros técnicos e de manuseio e configuração dos equipamentos.

Lembre-se: Quem faz o vídeo não é o equipamento, é você! Com os conhecimentos e a preparação certa, você saberá como fazer  um vídeo com qualidade profissional utilizando até mesmo um smartphone.

Se você quer economizar tempo, use aquilo que você possui e com o que está familiarizado e extraia o máximo de cada recurso.

Mas não entenda mal: Se você tem tempo sobrando e quer se especializar em equipamentos e técnicas profissionais de produção, vai fundo! Isso é ótimo e vai fazer com que seus vídeos sejam cada vez melhores.

#06 Dedique um período apenas para gravar

Como já pontuamos, os equipamentos utilizados para produzir vídeos são grandes, às vezes pesados, e, principalmente quando não se dispõe de um estúdio dedicado, é complicado ficar transportando-os de um lado para o outro e montar e desmontar sua estrutura de cenário muitas vezes em um único dia ou semana.

Por isso, é importante separar períodos específicos apenas para filmar, de modo que você grave tudo de uma vez só e não precise gastar tempo com montagem de estrutura mais de uma vez.

Se você vai gravar em uma sala específica, por exemplo, separe um tempo para gravar com todos os atores que estarão nela de uma só vez e garanta que, como indicado no passo acima, você não será interrompido ou precisará mudar de local. Assim, você precisará montar o espaço apenas uma vez e depois já pode partir para a edição ou a gravação nos outros locais.

#07 Edite você mesmo!

Pode não parecer, mas de todo o processo de produção, uma das partes em que você vai gastar mais tempo, é na edição. Principalmente quem não tem familiaridade com os softwares e suas funções pode gastar um tempo grande e valioso fazendo testes, descobrindo funcionalidades e fazendo alterações no projeto final.

Porém, não se assuste: mesmo se você não tiver experiência com edição de vídeos, ainda pode arrasar na apresentação final do seu conteúdo! Para te ajudar, trouxemos algumas dicas valiosas para o seu processo:

Organize os arquivos

Para começar a editar, o primeiro passo é criar uma pasta para seu filme. Em seguida, você deve passar tudo aquilo que filmou para o computador, escolher as cenas que irá utilizar na edição e separá-las em uma pasta específica dentro daquela que você já criou para o filme. Logo em seguida, selecione as imagens, músicas e outros arquivos dos quais você irá precisar e separe-os também em pastas específicas.

Esse processo vai facilitar a busca em seu computador na hora de importar os arquivos para o editor e também evitar que você perca documentos ou apague algo sem querer.

Escolha um programa de edição

Com tudo separado e organizado, o próximo passo é escolher o programa em que você irá realizar a edição.

Existem programas bem simples, ideais para iniciantes, e também os mais robustos, com mais funcionalidades e ferramentas, que são mais indicados para alguém com mais experiência ou tempo para explorá-los.

Para quem está começando a produzir vídeos e ainda não quer se aventurar em softwares mais complexos de edição, nossas indicações são o Windows Movie Maker (PC) e o iMovie (Mac), nativos de seus sistemas operacionais.

Ambos são bastante fáceis de usar e atendem perfeitamente às demandas de projetos mais simples, sem grandes exigências em termos de edição.

Porém, apesar disso, se você quer continuar evoluindo suas habilidades em edição, deve considerar o uso destes apenas como algo temporário, uma vez que eles são bem limitados e não oferecem grandes recursos ou dão tanta liberdade criativa.

Para quem já está mais familiarizado com os programas de edição ou tem um tempinho sobrando para aprender mais sobre como fazer um vídeo de forma mais profissional, nossas indicações são o Adobe Premiere e o Sony Vegas. Ambos são softwares mais robustos, com mais funcionalidades e recursos, porém, que exigem um conhecimento técnico maior em termos de edição e produção de vídeos.

Os dois programas possuem uma versão de teste de 30 dias e, após esse período precisam ser comprados. Uma vantagem é que eles funcionam tanto em PCs como em Macs.

E se você quiser mais dicas de programas de edição, é só conferir este artigo aqui que a gente te 15 deles – do iniciante ao avançado!

 Siga o roteiro

Se você caprichou na hora de fazer o roteiro, ele com certeza vai ser o seu melhor amigo na etapa de edição.

No documento, além da sequência de edição e montagem das cenas, você ainda vai poder conferir os efeitos, músicas, imagens e letreiros a serem inseridos na edição em cada parte e, com isso, economizar tempo precioso!

Não tenha medo! Use e abuse do roteiro na hora de editar.


Seguindo essas dicas básicas, agora você sabe como fazer um vídeo em um tempo muito menor e economizar no seu orçamento. E o melhor de tudo: você continua garantindo sua eficiência em comunicação e a qualidade profissional do seu conteúdo!

Lembre-se: você não precisa de uma super produção para que seus vídeos sejam eficientes e interessantes. Precisa apenas da mensagem certa, construída da forma certa e apresentada com qualidade.

E agora que você sabe como fazer um vídeo e está pronto para apresentar seu conteúdo ao público, é hora de saber quais as melhores maneiras de divulgá-lo! Para te ajudar nessa missão, a gente separou 6 dicas para que você consiga fazer uma divulgação super  eficiente sem gastar muito! É só clicar na imagem para ter acesso ao infográfico gratuito 😉

como fazer um vídeo e promové-lo com baixo orçamento

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Por Em Em setembro 8, 2017

Como dar aulas online: tudo que você precisa saber para começar um negócio EAD

Você já deve ter ouvido falar em EAD, certo? Cursos de educação a distância (EAD) são parte de um mercado em intensa expansão atualmente. Saber como dar aulas online se tornou uma competência importante no mercado, e cada vez mais pessoas estão procurando por um professor online capacitado nos assuntos mais diversos.

Esse crescimento não é por acaso. Segundo pesquisas, mais da metade da população brasileira tem acesso e utiliza a internet. Isso totaliza em mais de 100 milhões de pessoas conectadas à rede. Com isso, há um constante movimento de democratização do conhecimento e, claro, um ótimo mercado digital pronto para ser explorado!

Esse movimento não é por acaso. Vários são os motivos que fazem da internet um terreno fértil para a criação de cursos online. O primeiro deles é o investimento. Para aulas online, um professor pode gravar seu conteúdo em casa e, com isso, economiza em aspectos como deslocamento, alimentação e locação de equipamento e estúdio. Uma ótima vantagem é a possibilidade de gravar aulas com baixo orçamento, consequentemente, elas podem ser disponibilizadas por um valor também mais baixo. Sendo assim, comparado ao investimento necessário para um ensino tradicional, um curso online demanda baixo custo para quem o produz e pode custar pouco para quem o consome.

Outro ponto que justifica a expansão da aula online é a lógica da própria internet. Quando você tem dúvida sobre algum tópico ou assunto, a rede online pode ser o primeiro lugar ao qual você recorre para obter a resposta, certo? Por isso, a internet tornou possível a conexão direta entre pessoas que possuem conhecimento em uma determinada área com aqueles que procuram aprender sobre ela. Isso por si só já explica a procura crescente por um professor online.

Por fim, o ensino a distância permite uma maior liberdade de conteúdo. Ao ter seu próprio programa e planejamento, você pode tratar, nas aulas, assuntos que não são abordados nas grades de ensino tradicional. Por exemplo, você pode fazer um curso para aprender um pouco mais sobre astrologia ou sobre o mercado imobiliário. As possibilidades são infinitas!

Portanto, se você domina um conteúdo, o EAD pode ser a solução para o seu projeto. Mas, se você ainda não sabe como começar, nós te ajudamos. Vamos passar pelos pontos básicos que você precisa pensar na hora de esquematizar seu ensino a distância e aprender como dar aulas online.

E, para te ajudar ainda mais, vale a pena dar uma olhada neste Guia de como criar, distribuir e divulgar cursos online. Nele você encontrará o passo a passo desse processo.

como produzir e divulgar vídeos para dar aulas online

Entenda seu público

O primeiro passo para quem quer ser um professor online é conhecer bem seu público. Se você já lecionou em salas de aula, sabe a importância de se comunicar na mesma língua que os alunos. Não se adequar à realidade e contexto deles pode dificultar (e muito) o processo de aprendizado.

Por isso é tão importante estudar e entender sua audiência antes de começar. Dessa forma você vai ter muito mais facilidade na hora de pensar em referências, exemplos e assuntos que podem ser levantados durante a vídeo-aula. Ao mesmo tempo, os alunos vão lembrar do que foi ensinado com muito mais facilidade. Uma aula com uma excelente retenção de conteúdo é uma aula bem sucedida!

Além disso, entender o perfil de quem te assiste vai te ajudar a saber as principais dores do seu público. Com essa informação você vai ter um melhor controle sobre o que deve ser lecionado ou os pontos nos quais deve dar mais profundidade durante a matéria.

Se tornando um professor online

Antes de começar, faça a seguinte pergunta: Ao final do curso, o que eu quero que meus alunos tenham aprendido? Este vai ser o seu norte daqui para frente. Tudo que você estiver prestes a planejar deve sempre voltar a essa pergunta.

Consumir conteúdo online pode ser uma tarefa pesada. Ao contrário do dinâmica da sala de aula, na qual existe uma interação maior entre alunos e professor, assistir aulas online é uma atividade, na maioria das vezes, feita sozinha e sem pausas. Exatamente por isso uma aula online corre o risco de ser cansativa e maçante. É exatamente aí que um bom professor entra! O ideal é repensar o formato da sua aula mantendo sempre em mente o fato de ser online. Confira aqui algumas dicas que você pode seguir para esquematizar seu curso e montar seu conteúdo:

Prepare um curso coeso e compreensivo

Sempre mantenha em mente que dar aulas online é uma atividade muito diferente das aulas presenciais. Como não há como você parar uma explicação, retornar, tirar uma dúvida e depois continuar na linha de raciocínio sem problemas, você deve sempre ser muito claro. Procure disponibilizar já de imediato qual será o plano de ensino e quais assuntos serão abordados, já para despertar o interesse dos alunos. Além do interesse, o cronograma auxiliará a organização e o estudo de quem está fazendo seu curso online.

Pense na ordem cronológica das aulas. Isto tem tudo a ver com a facilidade de entendimento do seu curso. As aulas deve respeitar uma sequência lógica para que o aprendizado venha com fluidez.

Dica: Quando você tiver terminado de esquematizar o curso, peça um amigo ou uma amiga para navegar pelas aulas como se fossem alunos. Peça para que eles avaliem a progressão das aulas e do conteúdo e veja onde você pode melhorar!

Seja Conciso

Sabe aquela informação que é super legal saber mas não é assim tão ligado ao seu assunto? Em uma sala de aula presencial é mais do que normal ser passada, porém, o professor online deve evitar ao máximo. Tente focar no assunto para não fazer com que os alunos dispersem e ache seu conteúdo desinteressante. Além disso, sejamos sinceros, vídeos extremamente longos já desanimam antes de começar a assistir, né?

“Enxugue” o conteúdo ao máximo. Para aulas online, tente focar no que é realmente relevante!

Segmente seu conteúdo

Lembra que a gente falou que a falta de interação proporcionada pelas aulas online pode tornar o conteúdo pesado? Fragmentar a matéria em diferentes vídeos é uma das melhores soluções para esse problema.

Se você é um professor de física e vai preparar aulas sobre as Leis de Newton, por exemplo, em vez de ensinar todas elas em um único vídeo, você pode gravar cada lei separadamente.

Essa segmentação do conteúdo ajuda (e muito) a compreensão dos seus alunos, pois eles não precisam absorver o conteúdo de uma só vez, tendo a possibilidade de dar pausas entre um vídeo e outro para fazer exercícios de fixação ou, até mesmo, descansar.

Essa divisão deve ser feita de forma estratégica, claro – de nada adianta parar no meio de uma linha de raciocínio. Por isso, pense em uma fragmentação que não quebre o conteúdo, mas o organiza em pontos de importantância e complementaridade.

Uma boa estratégia, inclusive, é induzir sua audiência a outros vídeos. Voltando ao exemplo do professor de física, durante o vídeo da primeira lei você pode chamar seu público aos outros – “as outras duas leis vieram mais tarde, assim como vamos tratar no próximo vídeo”. Da mesma forma, durante os outros conteúdos, você pode relembrar a audiência de vídeos anteriores – “assim como explicamos no primeiro vídeo”. Isso mantém seu público interessado a consumir não apenas um de seus vídeos, mas todo um conteúdo.

Seja leve

Assim como em uma sala de aula presencial, o professor online deve pensar constantemente em prender a atenção dos alunos. Especialmente em um formato de ensino no qual o aluno pode simplesmente fechar uma janela e desistir, certo?

Por isso, pensar em um roteiro leve é imprescindível na hora de pensar como dar aulas online. Sua fala, por exemplo, não precisa ser rebuscada demais, como quem discursa em uma conferência – muito pelo contrário: pense na sua aula como uma conversa e tente se expressar do modo mais natural possível.

Além disso, interaja com quem assiste. Faça perguntas, piadinhas e dê exemplos divertidos – assim, as pessoas vão ter mais interesse em continuar prestando atenção no que você diz.

E para fazer isso, um bom roteiro é essencial. Baixe gratuitamente nosso kit para produzir roteiros de sucesso – clicando aqui ou na imagem abaixo – e deixe suas aulas mais atrativas e organizadas!

fazer roteiro para dar aulas online

Proponha atividades e disponibilize conteúdos extra

Não é só porque você não tem alunos presenciais que deve deixar as tarefas de fixação de lado.

Uma das características que podem diferenciar seu conteúdo de outros é a disponibilização de materiais extras sobre o que está sendo lecionado. Proponha listas, provas online, ebooks e pdf sobre o material, assim você garante que seus alunos tenham recursos para estudar e se aprofundar ainda mais naquele determinado assunto. Uma dica é que, ao fim de cada vídeo de uma mesma matéria, você inclua uma atividade rápida e, ao final do conjunto de vídeos, uma prova que relacione o conteúdo ensinado em cada um deles.

Você também pode indicar filmes, livros e artigos acadêmicos como material extra. Pense em conteúdos que vão complementar o ensino daquele assunto, permitindo que os alunos aprendam de forma mais lúdica.

Para ir além, ainda, você pode se propor a fazer transmissões ao vivo para corrigir os exercícios e comentar os materiais extras. Assim você tem a chance de ter um diálogo mais direto com seus alunos e tirar dúvidas que ainda restarem.

E se você quer aprender mais sobre transmissões ao vivo, baixe aqui nosso guia completo!

Crie um blog!

Se o aluno está realmente interessado, traz discussões extremamente ricas para a sala de aula. Como fazer isso em um ambiente de ensino online? Crie um blog colaborativo do curso!

O formato fórum/blog é muito comumente utilizado para cursos online por trazer uma interação muito boa entre alunos e professor. Ser professor online significa que você precisa inovar cada vez mais. Nos vídeos, instigue discussões pertinentes e encoraje os alunos a postarem suas impressões no blog.

O blog pode também funcionar com uma ótima ferramenta de feedback! Você pode sanar dúvidas e pegar opinião a respeito de melhorias que pode fazer em conteúdos futuros. Garanto que vai ficar muito mais fácil esquematizar novos vídeos e pensar em novos assuntos que você pode abordar para sempre manter seu curso atualizado.

Mantenha-se atualizado sempre

A internet é uma ferramenta poderosa de pesquisa, por isso, é de extrema importância que você mantenha seu conteúdo sempre atualizado. Além de ficar de olho no que está acontecendo no mundo veja sempre o que de novo está acontecendo em seu campo de atuação. Mas não se preocupe, para criar conteúdos novos, não deixe os materiais mais antigos de lado – sempre que necessário atualize o que você já tem.

Assim como já explicamos, o universo EAD te dá a oportunidade de extrapolar a grade escolar, portanto, aproveite também o que anda bombando no mundo web para criar novos vídeos.

Tenha os equipamentos certos

Roteiro pronto, vídeos esquematizados e calendário de gravação montado. Tudo pronto, certo? Quase! Uma das partes mais importantes na hora de se pensar como dar aulas online é se cercar dos melhores equipamentos para gravar seus conteúdos.

Imagine que você tem uma aula presencial para lecionar e perde a voz – seria extremamente difícil que seu alunos entendessem a matéria sem ouvirem direito, certo? É exatamente esta a sensação que gravar vídeos com a qualidade ruim passa. A verdade é que de nada adianta ser autoridade em um assunto se você não consegue transmiti-lo de maneira clara para seu público. Por isso, é extremamente importante que você preze pelos equipamentos de gravação.

Os passos básicos de quem quer ter um vídeo com qualidade profissional é investir em uma boa câmera, um bom microfone e em aparelhos de iluminação. Com essa tríade você consegue facilmente elevar seu conteúdo a um nível de produção muito maior e produzir conteúdo de ótima qualidade.

Como dar aulas online e ganhar dinheiro

Hoje, a melhor maneira de transformar suas aulas online em uma fonte de renda é criando um canal de vídeos profissional.

Com o seu canal, você não precisa se preocupar em depender de anúncios para conseguir lucrar com seu conteúdo, pois pode vender o que produz por meio de um modelo de assinatura ou modelo transacional, por exemplo.

Se você produz uma quantidade alta e frequente de vídeos, você pode criar seu próprio Netflix de nicho, oferecendo conteúdos ilimitados aos seus assinantes em troca de um pagamento mensal.

Já no modelo transacional, você pode optar por criar conteúdos que podem ser vendidos separadamente, oferecendo pacotes específicos de vídeos aos consumidores. Assim você consegue gerar renda mesmo sem uma produção constante de novos conteúdos.

Para todas essas soluções de canais de vídeo, a Samba Tech criou a plataforma Samba Play! Com ela, você pode criar seu canal personalizado sem se preocupar com a parte jurídica ou contratação de designers para o seu projeto – a nossa equipe cuida de todos os detalhes e você foca no conteúdo!

Para conhecer melhor os recursos do Samba Play, você pode fazer um tour pela plataforma clicando aqui!


Criar seu canal de vídeos ao investir em EAD pode revolucionar o seu negócio, e muitos dos nossos clientes já aprovaram essa receita!

Agora que você já está pronto para o pontapé inicial do seu curso online, que tal aprender como ganhar dinheiro com ele? Baixe aqui o nosso guia definitivo para ganhar dinheiro com aulas online e escalar seu negócio através dos vídeos!

aulas online para coaching

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Por Em Em setembro 6, 2017

5 maneiras de aumentar a produtividade do seu negócio digital

Um dos maiores desafios dos empreendedores é fazer com que milhares de tarefas se transformem em resultados concretos. Manter a eficiência é essencial para atrair e reter clientes, mas isso pode não ser tão trivial. Por isso, é importante conhecer práticas para aumentar a produtividade do seu negócio

Muitas vezes, ações simples podem fazer toda a diferença. São fatores que reduzem custos, estimulam os funcionários e otimizam os procedimentos internos, mas precisam estar bem alinhados para que os resultados sejam alcançados.

Ficou interessado no assunto? Então, continue acompanhando o post de hoje e descubra 5 maneiras de tornar a sua empresa mais produtiva.

E se você quiser aproveitar para descobrir também como aumentar as suas vendas, acesse o material abaixo!

aumentar as vendas e produtividade

1. Padronize os processos internos

Se cada funcionário buscar a sua própria maneira de resolver determinadas tarefas, o resultado pode variar consideravelmente. Além disso, será preciso disponibilizar muito mais energia e tempo para executá-las.

Uma forma de melhorar a eficiência das equipes e ter mais êxito é padronizando os processos internos. E existem várias maneiras de fazer isso.

Você pode se reunir com os profissionais mais experientes de cada time para criar fluxos de trabalho a serem seguidos por todos. Dessa forma, quando alguém tiver uma ação a ser cumprida, irá replicar o procedimento e concluí-lo de forma mais assertiva.

Além disso, quando um novo colaborador entrar na empresa, ficará mais fácil compreender o que fazer para atingir os objetivos esperados.

Por exemplo, ao atender um lead, é importante definir quais são as etapas a serem executadas e em qual ordem. Se ele veio pelo chat online, você pode responder a primeira dúvida, capturar o email dele e encaminhar para o comercial começar a fazer um follow-up.

Foque em processos replicáveis e, depois de determinado período, avalie o que pode ser otimizado, de acordo com os resultados obtidos e feedbacks dos times. Com essas práticas, seu negócio vai aumentar a produtividade e só tem a ganhar.

2. Automatize o seu negócio

Esqueça as tarefas manuais, nada de ficar lidando com centenas de planilhas, papéis ou alocando funcionários em ações repetitivas que são desenvolvidas facilmente por softwares.

Atualmente, existem ferramentas para automatizar praticamente qualquer tipo de atividade, desde automação de marketing, gestão financeira até a emissão automática de nota fiscal eletrônica.

Por exemplo, ao invés de ter uma pessoa perdendo dias para gerar os seus documentos fiscais, basta utilizar um sistema de emissão automática de nota fiscal eletrônica (NFS-e ou NF-e) que cuidará de todo o processo.

Dessa forma, sem nem precisar acessar o site da prefeitura ou sistema da Sefaz, as suas notas são emitidas e encaminhadas aos clientes automaticamente – até mesmo quando o órgão apresentar instabilidades – algo rotineiro, infelizmente.

Você pode automatizar a emissão de NF-e da forma como preferir, até mesmo de forma integrada a algum sistema interno utilizando uma API para nota fiscal eletrônica eficiente.

Com isso, você foca totalmente nas tarefas mais estratégicas do negócio, ganha muito mais produtividade e aumenta significativamente as suas chances de sucesso.

3. Determine prazos e metas

É preciso dizer uma verdade: sem prazos, a nossa tendência é procrastinar! Acabamos dando mais atenção a tarefas que são mais agradáveis e simples de fazer. Você também é assim? Calma que temos uma ótima dica para te ajudar nisso!

Uma forma eficiente é sempre estipular prazos e se comprometer com eles. Para que o objetivo seja atingido, você pode incentivar a equipe com um bônus por produtividade, por exemplo.

Ao estabelecer metas, quando a equipe conseguir atingi-las, uma opção é fazer um encontro para comemorar, presentear ou oferecer algum outro tipo de bonificação.

Além disso, ao mensurar a performance dos colaboradores, você consegue identificar o que deve ser mantido, aprimorado e até descartado.

4. Crie soluções intuitivas

Para evitar que seus clientes se sintam frustrados por sempre precisarem do seu suporte – mesmo considerando o atendimento uma tarefa fundamental – é importante que a solução seja intuitiva. Isso quer dizer que o usuário vai compreender como utilizar o seu produto ou serviço assim que ele tiver o primeiro contato com ele.

Esse é um fator extremamente relevante, pois se você vende algo muito complexo, as chances de perder horas para responder aos questionamentos dos clientes é grande.

E isso pode impactar não só a produtividade do seu negócio como a probabilidade do cliente ficar chateado e ir encontrar algum concorrente no mercado.

Claro que o suporte é necessário para praticamente qualquer negócio, porém ele deve ser utilizado apenas para tirar dúvidas esporádicas e às vezes para resolver alguma complicação.

Por exemplo, se muitos clientes perguntam sobre o mesmo assunto, o ideal é que você solucione a questão para não ter que ficar respondendo às perguntas sobre o tema frequentemente.

Criar uma base de conhecimento também é uma boa alternativa, mas resolver o problema na raiz e evitar que ele aconteça é o foco aqui.

5. Contrate profissionais qualificados

Contratar profissionais qualificados é um dos fatores que mais influenciam no desenvolvimento e crescimento da empresa. Portanto, procure aqueles que se encaixam no perfil que você busca, saibam como atuar na função e queiram evoluir.

Muitas vezes, por não oferecer um salário à altura, os empreendedores perdem chances de contratar especialistas e acabam optando por pessoas que não possuem tanta experiência e nem a real vontade de “vestir a camisa”.

Em contrapartida, se você está com o orçamento apertado, uma opção interessante é contratar freelancers para determinadas demandas.


Sabemos que o dia a dia de um empreendedor é cheio. Por isso, traçar estratégias para aumentar a produtividade do negócio é imprescindível para que os resultados apareçam.

Agora que você já sabe como tornar as suas atividades mais eficazes, que tal conhecer 11 ferramentas para automatizar e gerenciar o seu negócio? Aproveite e também confira o material sobre marketing digital e como ele pode ajudar sua empresa!

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Por Em , Em setembro 4, 2017

Growth hacking e vídeos: como crescer insanamente o seu negócio

Todas as áreas passam por constantes mudanças, principalmente devido à nossa evolução tecnológica. Uma área que podemos destacar como uma das que mais se renovam, é área de marketing. Ao longo dos últimos anos, passamos por várias mudanças no marketing tradicional e isso possibilitou o surgimento de processos extremamente inovadores, como o growth hacking.

Atualmente, estamos na era digital e quebramos o paradigma da comunicação. Não existe mais um emissor e um receptor. Qualquer pessoa é capaz de produzir e receber conteúdo, transmitindo a mensagem através de uma enorme variedade de canais disponíveis na internet. E a cada dia, novos meios de transmissão surgem, e também surgem novos formatos de mensagens.

Neste contexto de constantes mudanças, as empresas que desejam se manter na ponta da linha da inovação têm o dever de estarem atentas às mudanças, bem como, de se manterem atualizadas sobre tendências e comportamentos relacionados à área de marketing. Com o olhar atento e a disposição para inovar constantemente, é possível crescer, tanto em números quanto em receita.

Uma das técnicas com grande foco em crescimento, e consequentemente em aumento de receita, que vem sendo amplamente aplicada, principalmente no contexto das startups, é o growth hacking. Mas, afinal de contas, você sabe o que significa este conceito e como aplicá-lo em seu dia a dia? Neste artigo nós vamos te ensinar tudo sobre o assunto e mostrar como, com técnicas simples, você pode ter mais sucesso com seu negócio. Continue lendo!

E antes, caso você queira entender mais sobre o famoso marketing digital, dê uma olhada no infográfico disponível no link abaixo!

infografico marketing digital para growth hacking

O que é Growth Hacking?

Apesar da palavra ser relativamente nova, este conceito vem sendo aplicado há um bom tempo em algumas corporações. Growth hacking, em termos práticos, nada mais é que ter ideias e criar soluções criativas com base na tecnologia, a fim de crescer um negócio, um produto, ou até mesmo uma marca. Todas as decisões que um growth hacker toma devem ser focadas em algum tipo de crescimento, seja de visitas no seu site, da lista de leads, da taxa de abertura dos e-mails, da taxa de conversão da sua landing page, e principalmente, de oportunidades de negócios e receita para a empresa.

Um ótima maneira de compreender este conceito é analisar separadamente as palavras. Growth significa crescimento. Hacking é proveniente da palavra hacker, e apesar desta palavra nem sempre estar associada a uma imagem positiva, o “hacker” é uma pessoa que tem vasto conhecimento de computação, e que tem um objetivo, uma meta que precisa ser alcançada, mesmo que para isso seja necessário quebrar algumas regras. Justamente por estarem mais ligados ao objetivo do que ao processo para alcançá-lo, os hackers costumam encontrar maneiras criativas e inovadoras para alcançar as suas metas. E criatividade é um ponto super importante, se não o mais importante, para realizar esta técnica.

Growth hacking x Marketing

Ainda há várias informações conflitantes a respeito do growth hacking. Muitas pessoas tendem a confundi-lo com o Marketing e, apesar desta técnica englobar muitos conhecimentos de marketing, para ser um growth hacker é preciso ir além. É como se este tipo de profissional fosse uma interseção entre marketing e produto.

Mas é melhor deixar algo bem claro: apesar do growth hacking englobar conhecimentos em marketing, um não substitui o outro. O que os diferencia é justamente o foco obsessivo em crescimento que um growth hacker deve ter. É claro que um profissional de marketing também tem o crescimento como foco, mas, além disso, também deve estar atento a uma grande variedade de atividades estratégicas para conquistar os objetivos da empresa.

O Growth Hacker

Podemos resumir o perfil de um profissional especializado como um eterno curioso, analítico, paciente, que adora tecnologia, viciado em crescimento e com um quê de detetive, posto que adora rever processos e trazer diferentes soluções, muitas vezes para o mesmo problema.

Um outro ponto é a importância que as métricas têm para este tipo de profissional, pois é a partir delas que ele vai conseguir investigar seus processos e medir a eficiência de cada um dos métodos que pode aplicar. Sem métricas, seu trabalho fica comprometido, sendo impossível mensurar as estratégias que deram certo e as que não.

Podemos resumir então alguns pontos cruciais para um profissional de growth hacking:

  • Afinidade com dados e métricas
  • Paciência para testar, mensurar, testar de novo, mensurar de novo e assim por diante.
  • Facilidade de aprendizado
  • Foco no crescimento de um negócio
  • Ser um bom conhecedor de ferramentas e novas soluções
  • Ter amplo conhecimento de marketing
  • Ter amplo conhecimento sobre produto
  • Ter conhecimento técnico (HTML5, SQL, Google Analytics, Tableau, excel avançado, entre outros.)
  • Ter habilidades interdisciplinares

Dúvidas comuns sobre growth hacking

Por ser algo ainda relativamente novo, muitas pessoas ainda têm uma visão distorcida sobre o growth hacking e os resultados que ele gera. Então, a seguir, vamos responder algumas das dúvidas mais comuns sobre o assunto e desmistificar alguns pontos.

Em quanto tempo eu começarei a ter resultados com essa estratégia?

Em primeiro lugar, é importante entender que growth hacking não é algo instantâneo, em que basta seguir alguns passos para alcançar resultados milagrosos. Uma boa estratégia de growth se constrói com muito cuidado e planejamento são necessários testes controlados e organizados para que você consiga começar a validar suas hipóteses e ter os primeiros resultados. Normalmente, se tudo é feito da forma certa, é possível conseguir melhorias bem rapidamente.

Para ser um growth hacker eu realmente preciso ser um gênio dos computadores?

O termo “hacking” ainda confunde muita gente que não entende tanto sobre esse assunto, uma vez que é relacionado à crimes virtuais e pessoas que conseguem fazer de tudo se tiverem um computador. Porém, growth hacking não tem nada a ver com isso, não é ilegal e nem precisa ser executado por grandes gênios da informática. O growth hacking é uma técnica baseada na execução de testes quase científicos com foco em crescimento que podem ser realizados de várias formas. Claro que algum conhecimento em HTML e programação é de grande ajuda. Porém, com as ferramentas certas, você consegue excelentes resultados mesmo sem esse ponto.

Como fazer growth na prática?

Agora que você já entende um pouco sobre o que é growth hacking e como essa estratégia pode te ajudar a ter mais sucesso, é hora de ver como aplicá-la na prática. É sempre importante seguir os processos dos quais vamos falar a seguir, para que você garanta confiabilidade e eficiência nos resultados.

O processo de growth hacking

Toda estratégia de growth hacking precisa seguir etapas bem definidas para que ele seja realmente executado de forma eficiente. Essas etapas fazem parte de um “ciclo” e nenhuma deve ser ignorada ou iniciada antes da anterior. Caso contrário, você estará colocando todos os seus esforços em risco.

O processo de growth hacking tem basicamente 5 fases, como pode ser visto na imagem abaixo:

 

A seguir, vamos explicar melhor cada uma delas.

1. Brainstorming

Em um primeiro momento, é essencial que você levante ideias do que pode ser melhorado e testado em sua empresa e em sua estratégia de marketing. Para isso, você deve pesquisar bastante sobre seu mercado, buscar cases de sucesso, ver o que empresas referência estão fazendo e, claro, analisar sua estratégia atual em busca de pontos de atenção e oportunidades.

Feito isso, o melhor é reunir sua equipe e anotar todas as ideias de testes e melhoria que vocês tiverem, fazendo realmente um brainstorming. Nesse momento nenhuma ideia é ridícula ou inválida. O recomendado é considerar todas e ir aprimorando à medida que outras forem propostas.

E se você costuma ter bloqueios criativos nesses momentos, temos um material excelente que pode te ajudar a ser mais criativo 😉

2. Seleção de ideias

Nessa etapa, você e seu time devem focar em estabelecer uma classificação e uma ordem de prioridade para a execução das ideias. Isso pode ser feito, por exemplo, de acordo com o impacto que ela vai ter em determinada etapa no funil de vendas.

Por exemplo: trocar a cor de um botão na landing page é uma ação que pode impactar diretamente na conversão dos visitantes para leads. Ao mesmo tempo, indicar um material de base ao final dos conteúdos considerados meio de funil, ou colocar um form de orçamento neles, pode impactar diretamente no número de oportunidades geradas para o time de vendas.

Então, o que é mais interessante? Apenas fazendo uma análise fria, tendemos a dizer que é a segunda opção. Porém, nem sempre isso é verdade, uma vez que precisamos considerar as necessidades de melhoria da empresa e o que é mais importante para ela nesse momento. Por isso, esse é o momento de avaliar sua atual estratégia e seus resultados e definir qual ação é mais importante.

Além disso, você também deve levar em conta outros pontos como esforço de implantação e custos da ação.   

3. Planejamento dos testes

Com as ideias selecionadas e estabelecidas as prioridades de implementação, é hora de planejar os testes e, principalmente, criar hipóteses que serão refutadas ou confirmadas ao final deles. Além do mais, é importante estabelecer uma data para o início da ação e um período de duração também.

Um exemplo de um bom planejamento de testes seria:

  • Ação – trocar o discurso de uma LP específica.
  • Hipótese – fazendo isso, esperamos que a taxa de conversão nela aumente 10% ao final de um mês. Essa é uma hipótese válida!
  • Esforço – criar o novo texto; revisar; colocar a LP no ar; mensurar o resultado.
  • Equipe necessária – marketing (e TI dependendo da LP).
  • Custos extras – não há.
  • Início do teste – 08/07
  • Final do teste – 09/07

Feito isso, você ainda pode analisar o planejamento e ver se o esforço de implantação e os custos realmente valem a pena pelo resultado esperado. Em caso negativo, volte à etapa anterior e reveja suas análises.

E se você está fazendo testes com vídeos, esse material aqui pode te ajudar a descobrir técnicas para aumentar as conversões. Confira!

4. Execução dos testes

Com tudo planejado, é hora de começar a colocar os testes no ar. Nessa etapa é essencial que toda a sua equipe esteja bem alinhada para que nenhum prazo seja perdido e nenhum problema impeça os testes de irem ao ar.

Seja cuidadoso nas implementações, mas não perca tempo querendo atingir a perfeição em cada ponto. Se preciso, use versões prototipadas do que você deseja e use versões e técnicas simples de implementação. Afinal, de nada adianta se você ficar trabalhando meses em um teste e, no final, ele não dar certo! Fail fast deve ser o mantra nesse momento. No fim, se tudo der certo, você volta e tenta aperfeiçoar aquilo em que não conseguiu trabalhar direito.

Durante a execução, também é importante que toda a equipe esteja engajada e atenta ao que está no ar. Isso vai evitar que problemas técnicos influenciem os resultados e atrapalhem seus testes!

5. Análise de resultados

Por fim, depois de os testes terem rodado perfeitamente por um período e terem atingido uma boa quantidade de pessoas, é hora de avaliar se sua hipótese foi confirmada ou refutada. Se ela tiver sido confirmada, parabéns! Você já pode pensar na implementação definitiva. Se tiver sido refutada, é hora de entender porque isso aconteceu. Nos dois casos, a tendência é que o processo recomece: seja para buscar por resultados ainda melhores, ou para testar uma nova hipótese que seja correta! Além do mais, independente do que acontecer, é interessante que você tente buscar por respostas sobre o porquê de uma hipótese ter sido ou não confirmada. Isso vai te ajudar a compreender melhor sua estratégia e a situação da empresa como um todo e a tomar decisões cada vez melhores.

Nessa etapa, é importante saber analisar os dados que você terá em mãos e entender se eles realmente não foram afetados por algum problema técnico. Algumas perguntas podem te ajudar a entender a efetividade de um teste:

  • Meu experimento ficou no ar por tempo suficiente? – Testar algo durante um dia não é adequado. Você precisa ter tempo suficiente para que o teste “se estabilize” e seus resultados não sejam impactados pelas variações que podem existir em certos períodos.
  • A quantidade de pessoas que viu as duas versões do teste foi similar? – De nada adianta você ter duas versões de um experimento no ar, para comparar seus resultados, se no final uma tiver tido muito mais visibilidade que o outra. É necessário que a quantidade de pessoas testando suas hipóteses seja aproximada.  
  • A diferença nos resultados entre um e outro experimento foi representativa? – Para provar que uma hipótese está correta, ela precisa ter um resultado expressivo. Uma diferença de 1% entre duas versões de um teste não é o suficiente para provar que um deles foi melhor – afinal, é preciso considerar uma pequena margem de erro.

Caso essas perguntas não sejam satisfatoriamente respondidas, o ideal é que você volte às etapas anteriores e analise o que pode estar dando errado com seus testes.  

5 Ferramentas utilizadas no growth hacking

Listamos abaixo algumas ferramentas que devem ser utilizadas por um growth hacker, capaz de aumentar as conversões e a conquista por novos clientes. Como dito anteriormente, é muito importante que este tipo de profissional tenha um amplo conhecimento sobre ferramentas e que, sobretudo, tenha a constante preocupação em se atualizar. Mas atualmente, podemos definir as ferramentas listadas abaixo como as principais para um growth hacker atingir o seu objetivo em sua insana busca pelo crescimento:

#01. SEO (Search Engine Optimization)

Este é um processo lento, robusto, que envolve paciência, planejamento e execução por profissionais especializados. Os resultados necessitam de tempo para começarem a aparecer, porém é um investimento permanente e raro de se perder. A otimização do site possibilita que ele apareça entre os primeiros resultados das pesquisas nos principais buscadores, dentre eles, é claro, o Google, que domina mais de 90% deste mercado. O SEO  deve ser utilizado em estratégias de growth porque é totalmente escalável, pode ser aplicado a infinitas páginas e através dele é possível construir uma forma de aquisição permanente e duradora de novos usuários.

#02. Marketing de Conteúdo

O marketing de conteúdo é uma maneira bem efetiva de engajar a sua audiência, crescer sua rede de oportunidades de negócios e a conquista por clientes. Esta estratégia envolve a criação de conteúdos educativos e relevantes que serão publicados em seu blog, e-book, vídeos, infográficos, aumentando as possibilidades de viralização, a visibilidade da marca e o tráfego no site.

#03. E-mail marketing

Além de ser uma ótima estratégia de relacionamento e nutrição de leads, o e-mail marketing também aumenta a possibilidade de conversão e de aquisição de novos leads.

#04. Aquisições virais

Se você produz um material relevante para a sua audiência, a chance que seus leads queiram compartilhar o seu conteúdo é muito maior e a partir deste compartilhamento, é possível atrair novos leads para a sua base. Este é um processo totalmente espontâneo, mas que sem dúvidas pode ser responsável pela aquisição de novos usuários para a sua base. Em alguns casos, algumas empresas exigem que seja feito o compartilhamento para dar o acesso a algum conteúdo exclusivo.

#05. Aquisições pagas

Apesar de o growth hacking ter o objetivo de achar formas criativas para crescer, o tráfego pago também pode ser considerado uma das ferramentas deste profissional, afinal de contas, o objetivo continua sendo crescer. O uso de estratégias como links patrocinados e anúncios em redes sociais também podem ser muito efetivos para trazer tráfego para seu site e convertê-los em oportunidades de negócios e, futuramente em clientes.  

Growth Hacking para vídeos

Não é novidade para ninguém que nós somos fanáticos por vídeos. Muita gente acha que os vídeos são o futuro do marketing. Nós discordamos, eles já são o presente. Atualmente, 30 milhões de brasileiros já declararam assistir mais vídeos na internet que televisão. Segundo a revista PEGN e a Cisco, em 2014, mais de 70 milhões de brasileiros assistiram vídeos online, e a previsão é que, em 2018, serão 149 milhões espectadores.

Os cenário em que os vídeos online estão inseridos é bem promissor, e as estatísticas em torno deles só provam que esta é uma forma de se comunicar que vem gerando grandes resultados. Não é de surpreender, afinal de contas, eles são naturalmente engajadores, melhoram a retenção do conteúdo, aumentam as chances de compartilhamento e ainda colaboram na otimização do site para mecanismos de busca (SEO). Ou seja, se a meta é crescer, os vídeos devem ser vistos como grandes aliados.

Mas, você já parou para pensar em como utilizar todo o potencial desses materiais em técnicas e ferramentas de growth hacking? Foi pensando em esclarecer este assunto que a Samba Tech se uniu ao Neil Patel, uma das maiores autoridades do marketing digital e também um grande conhecedor do assunto, para produzir um material rico sobre o tema. Neste e-book você vai entender melhor todos os conceitos que envolvem o growth hacking e além disso, vai saber como os vídeos podem te ajudar na busca insana pelo crescimento e também na aquisição de novas oportunidades para o seu negócio.

Aqui neste material mesmo, você pode aprender a montar o seu próprio estúdio caseiro – com baixo orçamento 🙂

montar um home studio para growth hacking

Casos de sucesso com growth hacking

Twitter

Quando o Twitter foi lançado, em um primeiro momento ele foi sucesso absoluto. As pessoas estavam curiosas e rapidamente se cadastraram – além de falar sobre o assunto em outras redes sociais, em blogs e etc.

Porém, passada a euforia inicial, o grande desafio do Twitter era manter as pessoas interessadas na rede e usando-a constantemente. Então, para isso, em vez de gastar milhares de dólares investindo em mais publicidade, o Twitter resolveu procurar por soluções a partir da própria rede. Com análises e investigações, uma das coisas que eles descobriram era que se o usuário começasse a seguir de 5 a 10 contas pelas quais ele se interessa logo no primeiro dia, ele tinha mais chances de permanecer na rede e, melhor, de se engajar nela.

A partir disso, logo que alguém se cadastra no Twitter, essa pessoa recebe sugestões de contas dos amigos e de contas pelas quais ele pode se interessar. Assim o novo usuário vê valor na plataforma logo de cara e continua a usá-la.

Airbnb

Quando o Airbnb foi lançado, ele tinha a difícil tarefa de atrair usuários. E isso era algo realmente difícil, uma vez que existe muita competição no mercado de aluguel de imóveis – principalmente de plataformas online. Então, adivinhe o que o Airbnb fez? Usou isso a seu favor.

Nos Estados Unidos, existe um serviço chamado Craiglist e uma de suas funções é justamente oferecer imóveis para temporadas. O Craiglist é muito popular e acumula milhões de usuários. Então, o que o Airbnb fez foi buscar pelos usuários desse serviço e oferecer a eles a oportunidade de divulgar seus espaços também no Airbnb. Além do mais, ele oferecia uma integração com o Craiglist, que fazia com que a pessoa pudesse publicar seus imóveis no Airbnb e, ao mesmo tempo, na plataforma concorrente. O resultado dessa ação? Centenas de milhares de novos usuários em poucos meses.  

Claro que, após um tempo, o Craiglist pôs um ponto final nessa “parceria” um tanto quanto unilateral. Porém, nesse momento o Airbnb já havia se consolidado e passado a crescer por outros fatores.
Esse é um excelente caso, que nos mostra como não devemos menosprezar a concorrência na hora de pensar em hacks de crescimento.

Por fim…

Agora que você já entende sobre growth hacking, pode começar a pensar em formas de aplicá-lo na sua empresa e fazer o negócio crescer.

E para te ajudar, como dica final, recomendamos que você acesse o e-book abaixo! Ele foi produzido pela Samba Tech em parceria com um dos maiores especialistas de marketing da atualidade, Neil Patel. Nele você vai encontrar dicas valiosas para começar a aplicar essa estratégia e – o melhor – trabalhar com vídeos.

Acesse e aproveite!

ebook growth hacking e neil patel

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Por Em Em setembro 1, 2017

Como fazer um bom vídeo de tutorial

Os vídeos de tutorial – ou só tutoriais – são excelentes ferramentas audiovisuais para ensinar como fazer algo e, ao mesmo tempo, divulgar seu trabalho ou conteúdo. Com certeza você já conhece a facilidade de acesso a informações no mundo digital. Se as pessoas desejam tirar uma dúvida ou aprender como se faz algo, basta acessar a internet e ter acesso a uma ampla rede de sites ou pessoas que estão dispostas a compartilhar esse conhecimento. Por isso há tanto crescimento na busca por vídeos de tutorial.

Portanto, se você tem algum conhecimento e quer gravar vídeos de tutorial, ou já tem conteúdo e deseja melhorar, confira nossas dicas para fazer um bom vídeo de tutorial e começar a explorar esse mercado.

E para fazer bons tutoriais, você precisa saber fazer bons roteiros. Esse kit de materiais pode te ajudar a começar! Baixe antes de começar o artigo 🙂

Depois que você aprender como gravar excelentes vídeos tutoriais, é hora de ganhar dinheiro com ele! Confira esse nosso guia e comece a faturar com seu conteúdo em vídeo.

guia ganhar dinheiro com video tutorial

O que é tutorial?

Explicando em uma frase: Esse artigo é um tutorial. Na explicação mais longa, um tutorial, basicamente, é um passo a passo de como fazer algo. Ou seja, se você digitar ‘como fazer torta holandesa?’ na barra de um buscador, os resultados serão tutoriais nos mais diversos formatos. Podem ser vídeos, textos ou imagens, por exemplo. Normalmente, são planejados de forma a ensinar por meio de exemplos, de forma bastante didática, com o conteúdo separado em seções, para facilitar o entendimento.

Com certeza você já assistiu ou leu algum tutorial na vida, certo?

Como tutoriais fazem muito sucesso e uma boa forma de criar um tutorial que atrai as pessoas é gravando vídeos, nós te ensinamos um passo a passo de como gravar um vídeo de tutorial de sucesso, desde a definição do tema até a gravação. Confira essas dicas e comece agora mesmo!

Por que vídeos?

A maioria das pessoas prefere aprender com conteúdo visual do que escrito. Por esse motivo, vídeos são excelentes ferramentas para o aprendizado. Mesmo a distância, assistir a um vídeo cria uma certa conexão e interação humana que nos ajuda a entender melhor. Pense comigo: Se você deseja montar um novo equipamento ou móvel, por exemplo, preferiria ler um longo manual de instruções cansativas e confusas ou assistir a um vídeo te mostrando o que fazer? Exatamente por isso há o crescimento da procura por tutoriais em formas de vídeo.

Veja algumas outras vantagens de se fazer tutorial em vídeo.

  • Conteúdo visual e mais atrativo. Além de bastante procura, facilita o entendimento.
  • Têm maior engajamento e alcance nas redes sociais.
  • Comunicação dinâmica e próxima. De certa forma, os vídeos podem suprir a falta de interação humana cara-a-cara.
  • Fácil acesso em diversas plataformas e rapidez na transmissão do conteúdo.
  • Vídeos são versáteis! Você pode abusar da imaginação e criatividade para engajar seu público e apresentar seu conteúdo.

Agora que você já sabe os benefícios de usar vídeos, você já pode começar o planejamento do seu projeto de tutoriais. Se você estiver pensando “sobre o que eu vou falar?”, nós te ajudamos com a definição do tema!

Escolhendo o tema

Escolher o tema deve ser a parte mais importante do processo. Você deve pensar em um tema que possui bastante conhecimento e afinidade, pois deve demonstrar confiança. Mas para além disso, é preciso pensar em um tema em que faria sentido fazer um tutorial. Você assistiria um tutorial de ‘como mascar chicletes’? Provavelmente ele não seria atraente, muito menos relevante, mas um tutorial de ‘como fazer um plano de aula’ pode ter muita procura de um determinado público. Mas como saber qual o público?

Para avançar na definição do tema, pense na sua persona! Isso vai te dar o direcionamento de quem será o seu interlocutor, o que tornará a tarefa de delimitar o assunto do seu tutorial muito mais fácil. Se você ainda não sabe o que é ou como definir uma persona, você pode acessar este artigo e aprender um pouco mais sobre o assunto.

Definido o tema e a persona, está na hora de pensar em qual tipo de tutorial é mais adequado. Não havia pensado nas diferentes formas de tutoriais em vídeo?

Escolhendo o tipo de tutorial

Vídeo-aula

Tutoriais em formato vídeo-aula são, talvez, os mais comuns pela internet. Neste estilo, o tutor fala diretamente com o público, como em uma relação professor-aluno. Esse tipo de tutorial é melhor indicado para ensinar técnicas um pouco mais complexas, que precisa unir o aprendizado visual com o auditivo. Ou seja, é realmente como um professor te mostrando e, ao mesmo tempo, explicando como se faz algo.
Olha só um exemplo de tutorial estilo vídeo-aula:

Esse tipo de tutorial é bom para:

  • Tutorial de maquiagem.
    • Tutoriais de maquiagem são extremamente populares hoje em dia. Novas técnicas estão sempre surgindo e há sempre muita procura para aprender novos estilos e conhecer novos produtos.

  • Receitas e outros tutoriais de cozinha.
    • Se você é bastante talentoso na cozinha, pode aproveitar e fazer tutoriais de receitas autorais ou reprodução de pratos deliciosos, sobremesas e até drinks. Explore as possibilidades do mundo culinário!
  • Trabalhos manuais estilo faça-você-mesmo.
    • Em geral, fazer algum produto em casa é mais barato do que comprar no mercado. Por isso, tutoriais de ‘faça-você-mesmo’, além de extremamente criativos, são uma excelente forma de ensinar a economizar dinheiro. E quem não gosta de economizar dinheiro, não é?
  • Tutoriais artísticos.
    • Você pode usar esse modelo de tutorial para ensinar como tocar uma música em um determinado instrumento, como fazer algum desenho, técnicas de pintura e muitos outros.

Tutorial visual

Tutoriais visuais também são como vídeo aulas, mas não possuem a imagem do tutor. Nesse tipo, é mostrado apenas a imagem do que está sendo feito, mas sem a explicação auditiva. Mas você também pode abusar da imaginação! Músicas de fundo divertidas são ótimas aliadas na hora de prender a atenção de quem está assistindo.

Mas cuidado! Evite trabalhos muito complexos que podem se tornar confusos pela falta de explicação. Uma pessoa que não está entendendo o que está sendo feito provavelmente vai fechar o vídeo e buscar outro, então, corre o risco de você perder audiência e engajamento.

Esse tipo de tutorial é bom para:

  • Trabalhos manuais e artesanatos simples
    • Tutoriais de dobraduras ou origamis são muito populares dentro desse estilo. Quem está querendo aprender pode assistir e emular os movimentos, sem necessidade de ouvir explicação do que está sendo feito em cada etapa.

  • Algumas receitas simples.
    • A culinária também pode ser explorada nesse caso. Mas lembre-se de deixar no vídeo, por escrito, as quantidades e proporções dos ingredientes da receita.

Screencast

Você já tentou filmar ou tirar uma foto da tela do seu computador? Se sim, provavelmente a qualidade não ficou das melhores, certo? Para isso existe o Screencast. O Screencast é um tipo de gravação que capta exatamente a tela do computador. Este modelo é extremamente útil para ensinar o funcionamento de softwares ou games de forma visual. Aqui, você pode fazer a gravação e adicionar uma narração depois, ou, dependendo do que estiver tentando ensinar, deixar apenas a gravação da tela.

Esse tipo de tutorial é bom para:

  • Funcionalidades de softwares
    • Alguns softwares são tão completos e possuem tantas funcionalidades que ficam complexos de aprender a usar por conta própria. Por isso há tanta procura de tutoriais para eles. Editores de imagem – como Photoshop, editores de vídeos e softwares de tratamento de áudio são sempre populares e possuem muita procura. Se você conhece algum deles bem e é confiante para passar esse conhecimento, é uma ótima área para explorar!

  • Games
    • Jogos são sempre muito populares, independente da idade ou do gênero. Às vezes os gamers precisam de uma ajudinha para passar de fase ou descobrir aquela passagem secreta. Se você é bom nisso, faça tutoriais ensinando e aproveite esse mercado!

Se interessou? Você pode aprender um pouco mais sobre Screencast clicando aqui.

Se você já definiu qual tipo de tutorial é o mais adequado para você, está na hora de escolher o equipamento adequado para começar a gravação!

Escolha de equipamento

Os norte americanos costumam dizer que um vídeo, mesmo quando é ruim, é bom! Mas não é por isso que você vai deixar a qualidade do seu de lado, certo? Um vídeo bem gravado, com boa iluminação e uma ótima qualidade de áudio tem muito mais chance de fazer sucesso do que um vídeo desleixado. A qualidade começa no equipamento, por isso, um passo importante para qualquer gravação é a escolha do material adequado.

Para dar início ao seu projeto de gravação você precisa pesquisar sobre os seguintes equipamentos:

  • Qual a melhor câmera para gravar meu tutorial?
  • Talvez possamos dizer que a câmera é o equipamento mais importante para sua gravação, afinal, sem ela não haveria vídeo, certo? Por isso é tão importante pesquisar qual câmera melhor te atende para seu projeto. Para entender um pouco melhor sobre isto, confira esse artigo sobre a melhor câmera para gravar vídeos.
  • Qual microfone mais adequado para a captura de áudio do meu vídeo?
  • Um dos truques para um vídeo com uma qualidade de áudio excelente é a utilização de um microfone externo – o que não vem embutido na câmera. Para escolher o melhor microfone você pode ler este artigo, que irá te ajudar a selecionar o modelo adequado.
  • Como posso melhorar a iluminação das minhas gravações?
  • Por último, um vídeo com uma boa iluminação atrai muito mais o público. O bom é que existem várias técnicas que você pode aplicar para melhorar a iluminação das suas gravações! Para saber tudo sobre iluminação para vídeos, confira este artigo e comece a filmar com uma qualidade muito melhor!

Escolhido o equipamento, já está tudo preparado para começar a gravar seu vídeo de tutorial!

Antes de seguirmos para a criação do roteiro, que tal baixar esse material gratuito que ensina tudo o que você precisa saber sobre montar um estúdio de gravação?

montar um home studio para gravar tutorial

Elaboração do Roteiro

Já está tudo pronto para começar a gravar, certo? Errado! Estamos quase lá. Um erro muito comum em vídeos de tutorial é a falta de ensaio. Por mais que você seja fera em um assunto, a hora de dar play na câmera é sempre um desafio. A criação de um roteiro para seguir é a melhor forma de contornar isso. Se você praticar bastante, com certeza a fala ficará natural e você irá demonstrar muito mais segurança no assunto.

Mas atenção, se você apenas criar um roteiro e já partir para a gravação, pode dar a impressão que você está apenas lendo e seu vídeo ficar mecânico e artificial. Por isso, não deixe de ensaiar! Pratique muito até que você esteja confortável o suficiente para falar sobre o assunto na frente das câmeras.

Lembre-se que ao gravar um tutorial você está ensinando pessoas a fazerem algo. Portanto, procure segmentar em partes pequenas e bem explicadas. Foque em fazer um passo a passo calmo para facilitar o entendimento da audiência e evite jogar toda a informação de uma só vez. Dessa forma, caso o público tenha dúvida em alguma seção específica, fica mais fácil retornar somente nela para reassistir e tentar compreender.

Para te auxiliar na criação de um roteiro, separamos aqui este artigo que te ensina um pouco mais sobre isso.

Além disso, você pode baixar gratuitamente nosso Kit para produzir roteiros de sucesso e aprender tudo sobre essa etapa tão importante da elaboração de seu tutorial em vídeo!

Gravação

Agora é hora de colocar a mão na massa e começar a gravar seu tutorial! É hora de aplicar tudo que você já aprendeu até agora. Além disso, olhe só algumas outras dicas para seu vídeo se destacar e atrair público.

Ambiente

Para gravar, escolha um ambiente iluminado, calmo e silencioso. Ruídos externos atrapalham muito a qualidade do áudio e são muito difíceis de remover após a gravação. Capriche também no cenário e decoração de fundo! Isto irá compor a aparência do seu vídeo e chamar a atenção do público.

Desenvoltura

Falar corretamente é muito importante para um vídeo de tutorial! Se você já é bastante confortável com falar em público ou em frente câmeras, provavelmente terá facilidade com isso. Mas se isto ainda é uma dificuldade para você, pratique até ficar confortável. Lembre-se que, ao gravar um tutorial, você está ensinando. Tenha paciência e tente falar mais devagar, com pausas planejadas em seu discurso. Não se preocupe se isso não parecer natural de início, com o tempo você pega o jeito!

Para terminar, divirta-se – mas não exagere! Vídeos com muitas interrupções e excesso de piadas, memes e cortes ficam chatos e cansam a audiência. É possível fazer um tutorial usando da criatividade para atrair e reter o público sem que esse conteúdo fique saturado de piadas e trocadilhos!

Edição

A última parte – de forma alguma menos importante – é a edição do seu tutorial em vídeo. Essa parte talvez é a mais assustadora, pois parece uma tarefa impossível de tão complexa. Mas não se assuste, hoje em dia existe uma variedade de softwares que te darão as ferramentas para uma edição de qualidade. Você pode até assistir tutoriais destes softwares, né?

Uma boa dica para ter em mente na hora de editar é o tamanho do seu vídeo. É claro, depende do tema, mas tente evitar vídeos muito grandes. Procure realizar cortes para deixar o vídeo mais objetivo possível.

Lembre-se também, um tutorial é uma aula, edite o vídeo para separá-lo em seções. Você pode colocar alguns efeitos entre as partes e até marcar o começo de cada parte na descrição. Isso irá auxiliar o público a escolher seções específicas para assistir ou reassistir.

Agora você já está pronto para começar a gravar seu vídeo de tutorial! Temos certeza que, aplicando essas dicas, você irá gravar excelentes vídeos para explorar esse mercado que tanto cresce no mundo digital.

Inclusive, que tal aprender um pouco mais sobre o mundo do Screencast? Baixe gratuitamente nosso ebook e saiba tudo sobre como fazer vídeos tutoriais utilizando essa ferramenta! Basta clicar aqui ou na imagem abaixo.

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