Cultura empresarial: a alma de um negócio

Tudo começou em 2007. Estava com 19 anos no 3º período de faculdade e minha rotina basicamente era ir pra PUC assistir aula até umas 11h, jogar bola na hora do almoço, chegar em casa, almoçar, dormir na frente da TV assistindo video show e acordar pra ver Malhação. Cansei. Tomei vergonha na cara e fui procurar um estágio.

Como todo moleque que faz Publicidade fui visitar algumas agências: grandes pequenas, offline e online. E foi muito bom, porque foi aí que eu tive a certeza de que não era isso que eu queria. Comentei com o Pedrokinha (grande amigo, advogado brilhante) esse meu dilema, e então ele falou que a empresa em que ele estava trabalhando estava contratando estagiário. O nome dessa empresa na época? Samba Mobile.

No dia seguinte estava eu com a cara lavada, sem ter noção do que era uma entrevista de emprego, conversando com o Gustavo, dono da empresa. Conversamos por 20 minutos numa sala de 20m² e no final ele chegou para mim e falou: “você começa na semana que vem no nosso novo escritório”.

De lá pra cá são mais de 9 anos (oficiais): 1/3 da minha vida. E durante essa jornada algumas coisas me motivaram e me marcaram.

Ciclos e desafios

Sempre fui movido a metas e desafios. Não me acho melhor ou pior que alguém por causa disso, mas essa foi a forma que eu encontrei de sempre buscar coisas novas e melhorar. A Samba sempre me proporcionou isso: oportunidades de crescer, mexer com coisas novas, experimentar. Passei por todos os momentos, transformações, erros, conquistas, times e mudanças que tivemos e tenho um orgulho enorme disso. É muito legal ver a flexibilidade e o poder de transformação que a empresa tem. Ter a oportunidade de trabalhar com vários projetos e saber que cada um deles tem um ciclo com princípio, meio e fim, sempre me ajudou e me motivou ao longo dos últimos anos.

Trabalhar com gente f*da

É impressionante o time que a Samba conseguiu montar. Desde sempre a gente contou com profissionais fora da curva e pessoas realmente diferenciadas: tanto no lado técnico quanto no comportamental. Isso faz a diferença! Atrair e reter talentos é uma arte e a Samba sempre fez isso bem. Me arrisco a dizer que se não fossem as pessoas brilhantes que temos (e tivemos) ao longo da nossa história, não teríamos chegado aonde estamos.

No material abaixo, você pode aprender um pouco a desenvolver talentos também em sua empresa. Baixe e confira:

desenvolvimento de lideres como parte da cultura empresarial

Cultura empresarial

É impossível não notar a aura, o clima e a energia da Samba quando você pisa no nosso escritório. Se você já nos visitou ou viu uma palestra do Gustavo sabe do que eu estou falando. Isso nada mais é do que a materialização da nossa Cultura, algo que criamos lá atrás, lapidamos ao longo do caminho e enraizamos em todas as nossas ações. Esse, pra mim, é um dos principais diferenciais que nós temos. E é sobre isso que eu queria refletir no restante deste artigo.

Sempre que entra um novo funcionário na #FamíliaSamba a gente faz o check-in  –  processo interno em que a pessoa conversa com um representante de todas as áreas para ter uma visão global do que é a empresa: Produto, TI, Financeiro, RH, Vendas, Marketing e, é claro, Cultura.

Sou eu quem faço o check-in de Cultura desde que esse processo foi criado, ou seja, conversei com 100% dos funcionários que entraram na Samba nos últimos anos sobre nossa história e sobre a nossa Cultura. Esse é o momento de mostrar quem é a Samba, como é nosso relacionamento interpessoal, quais são nossas competências, ritos, estrutura interna, mantras, eventos, curiosidades… coisas que construímos ao longo da nossa história e que fazem parte do nosso dia a dia.

Mais do que contar a história do “celular colorido” e falar que temos Xbox e sinuca, esse é o momento de seguir o mantra “nunca se esqueça de onde você veio”.

cultura empresarial nao se esqueca de onde voce veio

Em todos os momentos da nossa história: dificuldades, conquistas, expansão, desafios, (e eu posso falar pelo menos dos últimos 9 anos, porque eu estava aqui) a gente sempre manteve o nosso clima e principalmente a nossa cultura empresarial.

Isso tudo começou lá atrás. Quando o Gustavo me contratou em 2007  – eu tinha 19 anos  –  ele chegou para mim e falou:

“Feliz, nós vamos montar um negócio inovador e de impacto, mas que a gente também possa se divertir”.

E foi essa ideologia que a gente enraizou no nosso DNA e é o que a gente sempre procura seguir aqui dentro. O Gustavo não acordou num dia, 3 anos atrás, e falou: “agora eu vou comprar um vídeo-game e a Samba vai ser descolada”. Não! Se a gente tem esse espírito descolado, jovem, descontraído, inovador, não foi porque isso foi imposto, foi porque escolhemos ser assim, desde sempre, através das nossas ações e ritos diários.

Sem dúvidas, Cultura é um dos diferenciais de uma empresa e da Samba mais ainda. Nossa cultura é a nossa alma. É a materialização do nosso cuidado com pessoas e com ambiente.

Pra vocês terem ideia do quanto a gente valoriza isso, há 3, 4 anos, o meu cargo na Samba era Culture Evangelist (sério). Tinha esse nome bonito, mas basicamente eu era o defensor da Cultura internamente e também era o responsável por romper as barreiras do escritório e mostrar pro mercado que a gente pode fazer coisas inovadoras com o nosso clima. Foi bacana por um tempo, até eu entender que isso não é uma função só minha: é função de todos na empresa.

A Samba sempre foi feita de pessoas e a nossa Cultura empresarial ajudou a gente a pensar dessa forma, mas principalmente ajudou a atrair e reter talentos. E esses talentos já entram aqui na Samba entendendo de cara o que é essa Cultura, qual o nosso perfil e o que a gente acredita. Faz parte do processo seletivo e somos rigoroso quanto a isso.

E foi justamente pensando em tangibilizar tudo isso é que resolvemos transformar toda essa aura que está nas nossas ações em um material único e oficial: o nosso Culture Book.

A Samba foi eleita a 4ª melhor empresa de TI do Brasil e a 2ª de MG para se trabalhar pelo Great Place to Work®. E nós falamos isso de peito estufado, não por vaidade, mas é porque esse prêmio chancela nosso cuidado com pessoas, ambiente e Cultura empresarial.

Eu tenho certeza que um dos maiores orgulhos que o Gustavo tem é ter construído uma empresa com alma. Esse, pelo menos, é um dos meus: ter tido a minha parcela de contribuição.

Reforçando o que eu falo em todo check-in com os novo funcionários: “se vocês estão aqui é porque a gente confia que vocês são as pessoas certas pra fazer acontecer e, se a Samba não fosse um lugar ducar*lho pra trabalhar, eu não estava aqui há 9 anos. Bora fazer acontecer?”

#Bora #VAMO!

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Por: Pedro Filizzola

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