Por Em Em janeiro 17, 2018

YouTube anuncia regras de monetização ainda mais rigorosas

Na noite de ontem (16/01), o Youtube anunciou mais mudanças nas regras de monetização e relacionamento da plataforma. As regras, que já eram consideradas bastante rígidas, tornam ainda mais difícil a tarefa de ganhar dinheiro pelo Youtube. As novas regras, segundo a própria empresa, foram instituídas para proteger os anunciantes, os usuários e os criadores de conteúdo.

Em anúncio, o Youtube afirma que o ano de 2017 foi bastante desafiador para a empresa, que sempre buscou a melhor forma de proteger os usuários e impedir que a plataforma se torne um local para veicular mensagens e conteúdos impróprios. Diversas medidas foram tomadas ao longo do ano anterior para garantir que os anunciantes não fossem associados com mensagens ofensivas – e até criminosas – mas a plataforma sentia que era preciso mais esforço para garantir que as propagandas sejam veiculadas apenas com vídeos que refletissem os valores desses patrocinadores. As mudanças nas regras de monetização realizadas no ano passado já foram suficientes para causar um efeito de debandada, no qual diversos YouTubers famosos, até mesmo no Brasil, resolveram abandonar a plataforma e investir em projetos fora dela. Nomes como Felipe Neto e Whinderson Nunes lançaram projetos paralelos, buscando fonte de renda para além do YouTube.

A empresa anunciou, em dezembro, que iria redefinir completamente padrões de anúncios na plataforma de vídeos.

Pensando em resolver essas questões com anunciantes, o YouTube divulgou três mudanças significativas que afetam diretamente os criadores de conteúdo e a monetização dos vídeos na plataforma. Segundo eles, as regras para se inscrever no programa de monetização ficam, agora, ainda mais rígidas. A empresa anunciou, ontem, três grandes mudanças para o programa de parceiros (YPP – YouTube Partners Program).

Critérios mais rígidos para monetização

Monetizar os vídeos nada mais é que ganhar dinheiro com eles. No caso do YouTube, os vídeos ativos para monetização são colocados para rodar propagandas e, com isso, o criador de conteúdo recebe uma quantia – embora não tão significante – de dinheiro por isso.

E, mesmo que muita gente ainda acredite ser fácil ganhar dinheiro com seus vídeos pelo YouTube, essa noção está muito longe da realidade. Ao longo do ano passado, somente canais com um acúmulo de 10 mil visualizações poderiam se inscrever para monetização. Parece pouco?

Segundo pesquisa feita com 2.000 produtores de vídeo e realizada pela Samba, a maioria esmagadora (85%) deles não atingem 1.000 visualizações por vídeo. 36% não chegam a 100 visualizações. Apenas 15% dos criadores conseguem alcançar mais de 1.000 visualizações em cada vídeo e apenas 3% alcançam mais de 10.000 visualizações. Confira os outros números da pesquisa aqui.

Se já era difícil antes, as mudanças anunciadas ontem dificultam ainda mais. O YouTube anunciou que, após análise cuidadosa e criteriosa, precisavam analisar melhor quais canais mereceram o direito de veicular propagandas em seus vídeos. E, em vez de analisarem unicamente o número de visualizações, serão considerados também o tamanho do canal, engajamento da audiência e comportamento do criador de conteúdo.

Por isso, começando a valer imediatamente, somente canais com 1.000 inscritos e no mínimo 4 mil horas de conteúdo assistido nos últimos 12 meses serão validados para o programa de monetização. Os canais já existentes que estão ativos para monetização mas não cumprem os requisitos serão reavaliados e removidos do programa até o dia 20 de fevereiro.

Além disso, será também avaliado o comportamento do canal. A plataforma irá revisar, manualmente, as violações das regras da plataforma, spam e denúncias para garantir que os canais estejam de acordo com as diretrizes do site. Todos os canais atualmente ativos para monetização serão avaliados automaticamente.

novas regras youtube

Painel de um canal que não está com a monetização ativada

Se o seu canal não está dentro das regras, o YouTube te mostra quantas horas de exibição você tem nos últimos 12 meses e quantos inscritos ainda são necessários para ativar a geração de receita.

Alteração das regras do Google Prefered

O Google Prefered unia os maiores criadores de conteúdo com grandes marcas de anunciantes. Anteriormente, os canais selecionados eram os que tinham maior engajamento da audiência, porém, de agora em diante, os canais selecionados passarão por análise manual para avaliar se, de fato, esse conteúdo é relevante para os anunciantes e não veicule nenhuma mensagem negativa ou criminosa.

Grande parte dessa mudança pode ter sido motivada pela controvérsia envolvendo Logan Paul, um dos maiores YouTubers do mundo. O jovem de 22 anos colocou no ar um vídeo no qual mostrava, explicitamente, o corpo de uma vítima de suicídio. Como seu canal possui um pouco mais de 15 milhões de assinantes, esse vídeo foi selecionado, pelo próprio YouTube, para a sessão de destaque do site, baseado no número de visualizações e alcance. Isso causou revolta por grande parte do público, anunciantes e demais criadores de conteúdo. Segundo a plataforma, a partir de agora, todos os vídeos serão manualmente avaliados, o que pode atrasar ainda mais o processo de monetização, até mesmo dos grandes e mais famosos canais.

Mais transparência e controle para grandes anunciantes

Ano passado, as marcas não tinham controle e nem informações a respeito de onde seus anúncios eram veiculados. Segundo o YouTube, a partir de agora, terão mais transparência e controle a respeito dos anúncios.

O YouTube afirma que criou um sistema de três camadas (apesar de não terem descrito quais são os passos) que permitirá que os anunciantes avaliem se suas propagandas estão associadas com conteúdos que consideram apropriados. Segundo eles, isso fará com que as marcas tenham mais dados e compreendam com mais facilidade as vantagens dos anúncios em determinados canais.

Além disso, a plataforma promete mais transparência para os anunciantes, criando um sistema que foca na segurança da marca. Nesse sistema, será possível que terceiros reportem quaisquer problemas relacionados à exposição de marca no YouTube. Os sistemas ainda estão em fase de testes e funcionarão em esquema de parceria com outras plataformas.

Segundo a empresa, o conturbado ano de 2017 no mundo dos conteúdos online serviu para a realização de mudanças duras, porém necessárias. Essas mudanças visam cumprir a promessa feita às grandes marcas e anunciantes da plataforma: alcançar mais de 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo que sejam engajadas com os conteúdos.

A empresa termina o anúncio com a seguinte frase: “Valorizamos a parceria e a paciência de todos os nossos anunciantes até o momento e estamos ansiosos para fortalecer esses laços em 2018.”


Conheça uma plataforma de vídeos completa, totalmente personalizável e com monetização integrada para vender seu conteúdo em vídeo! Faça um tour pelo Samba Play clicando aqui.

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Por Em Em janeiro 18, 2018

Como uma hospedagem de sites pode ajudar você a ganhar dinheiro na internet com vídeos

Como ganhar dinheiro, como aumentar a renda e ajudar a pagar as contas? Na atual conjuntura do Brasil, a resposta dessas perguntas vale muito. E saiba que na internet existe uma saída para esse “problema”.

Existem diversas maneiras que você pode explorar para ganhar dinheiro na internet. Elas variam entre ser um dono de um e-commerce ou ter um site para falar sobre determinados tipos de assuntos, podendo virar um blogueiro ou simplesmente um especialista em algumas áreas.

Mas para você começar a ter um negócio na internet e poder ganhar dinheiro, precisa encontrar uma empresa de hospedagem de sites que vai deixar a sua página online dentro de servidores. Existem inúmeras empresas que oferecem esse tipo de serviço, com diferentes produtos (neste caso servidores) e preços, cabe a você realizar pesquisas, procurar por referências e contratar o que achar melhor para o seu negócio.

Muitas empresas oferecem um serviço gratuito de hospedagem de sites. Esse tipo de serviço é justamente para as pessoas aprenderem a “mexer” com a plataforma de administrador de um site e tirar todas as dúvidas e, consequentemente, determinar se vale a pena ou não continuar com o projeto online. E como é uma plataforma grátis, a limitação é evidente, porém é o suficiente para iniciantes.

Hospedagem de sites e carregamento de vídeos

Se você chegou até aqui, é porque você provavelmente já definiu em qual o segmento vai querer trabalhar e começar a ganhar dinheiro: o de publicar vídeos para o público no seu site. Mas qual tipo de hospedagem contratar? Bom, isso vai depender de alguns itens, como a quantidade de acessos que a sua página recebe.

Existem diversos planos que uma empresa de hospedagem de sites pode oferecer, variando entre servidores VPS (Servidor Virtual Privado) e servidores compartilhados. Contratar um serviço de hospedagem compartilhada pode não ser a melhor opção, por causa da largura da banda do servidor e limites de armazenamento.

Digamos que você poste um vídeo sobre algum assunto específico em HD com 500MB de download. Agora imagine que a sua página tenha 100 acessos por dia e essas pessoas estão assistindo esse vídeo ao mesmo tempo. Muitas solicitações para ver um arquivo deste tamanho vai ultrapassar o limite do servidor que você contratou, impossibilitando o público de assistir os conteúdos, correndo até o risco do servidor cair.

Além do mais, pode ser que você nem chegue a ter que sofrer com essa situação, pois alguns servidores de hospedagem compartilhada limitam o envio de arquivos para 50MB. Portanto, qualquer vídeo longo sobre algum assunto não poderá ser upado na página.

Uma opção que você pode fazer é apenas embedar o vídeo na sua página, assim, o carregamento dele vai ser direto na plataforma que ele foi upado, não afetando o seu site. O Samba Vídeos, por exemplo, é uma plataforma que pode fazer esse tipo de trabalho e além de garantir a estabilidade dos vídeos, protegê-los contra ataques e cópias.

Porém, o recomendado para o seu site não sofrer com o número de acessos é contratar um servidor VPS. Pois como é um servidor privado, muitas pessoas podem assistir os vídeos ao mesmo tempo sem prejudicar o carregamento do site. Além de ter um desempenho para sites com alta demanda e uma memória dedicada, podendo upar vídeos à vontade.

Ganhando dinheiro na internet com vídeos

Cada rede de divulgação dos vídeos que você pretende publicar vai demandar uma produção divergente. Caso você deseje criar um canal no Youtube, os vídeos produzidos podem ser mais curtos.

No Instagram também o conteúdo pode ser mais curto e informal, para que o público não fique entediado com o conteúdo e ache algo divertido e simples de assistir.

O empreendedorismo digital também tem muito espaço para os ensinamentos e você pode ganhar dinheiro montando um canal de cursos online, por exemplo. Se você possui algum talento, é especialista e sabe falar sobre determinado assunto, por que não cobrar por eles? Oferecendo esses produtos digitais, você vai conseguir uma fonte de renda e, dependendo do crescimento, poderá viver apenas com essa renda – ainda mais se você divulgar bem o seu canal, espaço ou site com os vídeos.

Muitos cursos profissionalizantes são feitos por meio da internet e milhares de pessoas assinam e pagam por esses conteúdos.

A importância dos vídeos para uma estratégia de marketing

A cada ano que passa a sociedade consome menos textos e mais vídeos explicativos. Na grande maioria das vezes, um vídeo de 2 minutos vai tirar mais dúvidas do que um texto de 10 parágrafos.

Isso porque com vídeos é possível demonstrar o produto, explicar passo a passo, ensinar de maneira mais simples ou fazer treinamentos. Tudo isso sem gastar quase nada, apenas com uma câmera de qualidade e um especialista em gravação.

Para você ter uma idéia de como os vídeos são importantes para o seu negócio, uma pesquisa feita pela empresa Cisco mostrou que 40% dos usuários de internet no Brasil consomem vídeos e 25% desses já assistem a mais vídeos online do que a programação da televisão. Além disso, mais de 86% da internet no Brasil consome vídeo. É algo que está tomando grandes proporções.

De acordo com uma pesquisa feita pela empresa americana de marketing Forrester Research em 2016, 75% dos funcionários de uma empresa preferem assistir a um vídeo do que ler um e-mail ou qualquer outro texto.

Lendo esses dados você consegue imaginar a importância que a criação de vídeos tem, não é mesmo? Seja para fazer algum tipo de treinamento, anunciar seus produtos, espalhar conhecimentos ou impactar os clientes. Vídeos são excelentes ferramentas e uma poderosa arma para o seu negócio online.

Aproveite para baixar nosso guia gratuito e descobrir mais formas eficientes de ganhar dinheiro com seus conteúdos em vídeo!

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hospedagem de sitesArtigo foi escrito por José Meurer, redator da Hostinger Brasil.

A Hostinger é uma empresa de hospedagem de sites que faz parte do Grupo Hostinger Global, que conta com 29 milhões de clientes espalhados pelo mundo todo.

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Por Em Em janeiro 17, 2018

Entenda o que mudou na monetização do YouTube

A produção de conteúdo em vídeos é uma tendência forte no Brasil e no mundo: basta ver o número crescente de cursos online, youtubers e outros produtores. Afinal, se você tem uma ótima ideia ou um conhecimento profundo sobre determinado assunto, por que não usar vídeos para compartilhá-los? Para produtores, o YouTube é o local perfeito para começar a atrair audiência para o seu conteúdo. Fundada em 2005, a plataforma foi revolucionária desde sua criação – e continua sendo a preferida para hospedar vídeos gratuitamente no mundo todo. Mas você sabe como funciona a monetização no YouTube e o que mudou nos últimos tempos?

Muitos produtores utilizavam apenas a monetização oferecida pela plataforma, baseada em anúncios que o Google veiculava em seus vídeos. No entanto, esse processo sofreu algumas mudanças recentemente, o que limitou as possibilidades de monetização para alguns criadores.

Pensando nisso, pesquisamos sobre esse assunto para entender o que mudou e como isso afeta produtores que queriam monetizar com o YouTube. Vamos lá?

Antes de começar, você pode gostar de ler também o nosso guia para montar um home studio independente do seu orçamento. Acesse aqui!

Como funcionava a monetização no YouTube?

A monetização no YouTube é baseada no chamado YouTube Partner Program, que permite o cadastro gratuito de produtores de conteúdo que já possuem uma conta na plataforma.

Até esse ano, diversos tipos de produtores de conteúdo poderiam ganhar dinheiro com anúncios veiculados no início de seus vídeos. Os pré-requisitos para ser aceito no YouTube Partner Program eram:

  • Mostrar claramente que você produz conteúdo original;
  • Produzir conteúdo em uma frequência regular;
  • Possuir conteúdo que obedeça às regras da Comunidade do YouTube;
  • Estar localizado em um dos países da lista do Partner Program.

Assim, era mais fácil começar a ganhar dinheiro com vídeos, ainda que fosse em pequena quantidade.

A partir desse cadastro, o processo era relativamente simples: caso aprovado no programa, seu canal poderia começar a veicular anúncios. Por meio da AdSense, a plataforma oficial de anúncios da Google, anúncios seriam veiculados em alguns vídeos, de acordo com a escolha automática do sistema. Portanto, seu lucro viria a partir da quantidade de cliques em anúncio ou tempo de publicidade assistido pela sua audiência.

Se você quer entender mais sobre quanto ganha um YouTuber, pode ler nosso nosso artigo detalhado sobre a monetização na plataforma!

Por que mudou?

Pela aparente simplicidade de monetização, muitos produtores se aplicavam ao programa e isso dificultava a validação dos canais que seriam aprovados. Além disso, os anunciantes não tinham controle sobre os vídeos em que seus anúncios apareciam: a escolha de em que conteúdo a publicidade aparece era totalmente do sistema (que, por sua vez, é baseado em um algoritmo e não em uma validação do YouTube em si).

Consequência: um grande número de propagandas era veiculado em vídeos considerados ofensivos e censuráveis.

E para grandes empresas, tais como a Vodafone, a Starbucks e a PepsiCo, esse acontecimento foi suficiente para que saíssem da plataforma de anúncios da Google.

Esse movimento gerou repercussão pela internet e recebeu adesão de um número crescente de empresas mundiais. Para um administrador de marketing de uma grande corporação, esse tipo de associação do anúncio a um vídeo ofensivo pode ser extremamente prejudicial ao nome da marca.

A primeira mudança

Assim, já em 2017, o YouTube fez a sua declaração sobre o ocorrido, tomando novas posturas com relação ao Partner Program. A partir de então, o sistema de elegibilidade do Partner Program se alterou, de modo que o produtor de vídeos devia obedecer a um novo pré-requisito antes de se candidatar: ter mais de 10 mil visualizações em seu canal. Assim, de acordo com a equipe do YouTube, haveria maior validação dos produtores que poderiam ganhar dinheiro com seus vídeos, garantindo que anúncios não estejam vinculados a vídeos ofensivos.

Nesse processo, muitos canais foram prejudicados e houve inclusive quem decidisse ter projetos paralelos para compensar as dificuldades de monetização. Exemplos disso foram os youtubers Felipe Neto e Whindersson Nunes.

Porém, aparentemente, apenas essa medida não foi suficiente para evitar que conteúdos abusivos fossem monetizados e, em meados de novembro, mais marcas saíram do YouTube após um novo escândalo.

Então, no dia 16 de Janeiro, a plataforma novamente anunciou mudanças em sua forma de monetização e, com elas, parece que vai ficar ainda mais difícil ganhar dinheiro com um canal no YouTube.

Entenda:

O que muda a partir de 2018?

Bastante em função do recente escândalo com o youtuber Logan Paul (que exibiu o corpo de uma vítima de suicídio em seu vídeo e mesmo assim estava tendo o conteúdo destacado e monetizado), o YouTube mudou novamente suas regras de monetização. A partir de agora, todos os canais que quiserem ganhar dinheiro com a plataforma serão analisados criteriosamente, não apenas pelo número de visualizações, mas também pelo tipo de conteúdo, engajamento dos usuários e mais.

Por isso, começando a valer imediatamente, somente canais com pelo menos 1 mil inscritos e no mínimo 4 mil horas de conteúdo assistido nos últimos 12 meses serão validados para o programa de monetização.

Os canais já existentes que estão ativos para monetização mas não cumprem os requisitos, serão reavaliados e removidos do programa até o dia 20 de fevereiro.

A plataforma também irá revisar manualmente as violações das regras da plataforma, spam e denúncias para garantir que os canais estejam de acordo com as diretrizes do site. Todos os canais atualmente ativos para monetização serão avaliados automaticamente.

Além do mais, agora o YouTube garante que será mais transparente com seus anunciantes e promete dar mais informações sobre onde suas propagandas estão sendo veiculadas e como elas estão sendo consumidas.

A promessa é de que a rigidez com os produtores aumente e se isso é bom para as marcas, pode acabar atrasando e impedindo a monetização em diversos canais – independente do seu tamanho.


Como falamos aqui, monetização no YouTube sempre foi uma tarefa complicada, mas as mudanças no Partner Program tornaram esse processo ainda mais difícil. Apesar de se tratar de uma plataforma extremamente acessada, obter muitas visualizações em seu conteúdo dá muito trabalho – e a recompensa financeira da plataforma não é grande (você já viu quanto ganha um youtuber?).

Aqui na Samba, acreditamos que se você tem um conteúdo de qualidade, não há motivo para não ganhar dinheiro com ele – portanto, se limitar a uma plataforma pouco recompensadora não precisa ser o seu caso.

Com opções como o Samba Play, você pode ganhar mais dinheiro com seu conteúdo de forma mais rápida. E você não precisa abandonar o YouTube: a plataforma grátis pode ser a sua ferramenta de atração para um portal profissional. Você pode conhecer o Samba Play clicando aqui!

E se quiser saber mais sobre como ganhar dinheiro com seus vídeos, baixe nosso guia completo gratuitamente!

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Por Em Em janeiro 15, 2018

Curso livre: como montar e ganhar dinheiro com seu conhecimento

Com a crise econômica pela qual o Brasil tem passado, e a dificuldade cada vez maior de conseguir um espaço no mercado de trabalho formal, a maioria das pessoas está em busca de especializações para se destacar perante aos concorrentes. E isso aumenta a procura por um tipo de negócio específico: os cursos livres.

Diante desse cenário, se você possui algum conhecimento específico ou entende muito sobre um assunto, essa pode ser a sua hora de investir em seu próprio curso – e também de encontrar uma excelente alternativa às concorridas vagas de trabalho comuns, tendo seu próprio negócio.

Hoje, com alguma experiência e conhecimento, qualquer pessoa pode dar aulas sobre diferentes assuntos e ganhar dinheiro na internet. Basta ter um bom conteúdo, algum cuidado com a parte técnica e uma boa estrutura de vendas.

Os cursos livres em vídeo hoje estão entre os mais populares. Eles são mais fáceis de compreender, exigem menos esforços em termos de aprendizado – se comparados à leitura de um livro, por exemplo – e são muito mais atrativos. Além do mais, eles são simples e rápidos de produzir: hoje qualquer um com um bom smartphone consegue produzir vídeos de boa qualidade que podem ser comercializados.

Portanto, se você quer aprender como montar seu próprio curso livre, continue lendo este artigo. Aqui você vai aprender o que é um curso livre, porque investir neles, quais as leis sobre esse tipo de ensino e como criar e vender seus próprios conteúdos.

Vamos lá?

E antes de começar, talvez você também queira dar uma olhada em como as pessoas estão produzindo e divulgando vídeos hoje. Confira nossa pesquisa para embasar seu projeto!

O que são cursos livres?

Antes de começar, é necessário entender o que são cursos livres e qual sua diferença para outros tipos de cursos online.

Cursos livres, basicamente, são especializações altamente pontuais, que visam profissionalizar e qualificar alguém para uma determinada tarefa ou trabalho. Exatamente por serem tão pontuais, é possível encontrar uma enorme variedade de cursos livres – desde técnicas de costura à aulas de mecânica. Portanto, essa modalidade não tem uma duração determinada, como acontece com cursos técnicos ou superiores. Aqui, as aulas podem ser consumidas em poucas horas, dias ou até meses – tudo depende do conteúdo e sua profundidade.

Outra característica que define um curso livre é sua desvinculação com o MEC ou outros órgãos educacionais, apesar de seu reconhecimento Legal. Isso acontece exatamente pelos cursos livres não terem a responsabilidade de seguir cronograma ou carga horária específicos, não exigirem níveis de escolaridade dos alunos, e não emitirem diplomas profissionais. Essa modalidade de educação, portanto, não é reconhecida como possuindo o mesmo nível de um ensino superior, profissionalizante ou técnico.

Cursos livres são apenas um meio de capacitação e aperfeiçoamento das habilidades de uma pessoa. Portanto, eles nunca devem ser feitos pensando-se em adquirir ou oferecer uma formação profissional. Eles são apenas uma forma de alguém se especializar rapidamente sem gastar muito.

Porque investir em cursos livres

Os motivos pelos quais alguém procura por cursos livres são os mesmos pelos quais você deve investir neles. Confira:

Flexibilidade e Praticidade

Você com certeza já deve ter passado por uma experiência em que correu para a internet atrás de conhecimento, não é? Pesquisas de receitas, matérias escolares, línguas estrangeiras… as possibilidades de busca online são infinitas e esse é um dos principais motivos do sucesso dos cursos livres. Totalmente online, eles entregam conteúdo de qualidade, na hora que você mais precisa, no dispositivo que você quer, e sem exigir conhecimento prévio ou outras experiências educacionais.

Custo benefício

E justamente por serem totalmente online e mais pontuais, os cursos livres normalmente são muito mais baratos que outros tipos de cursos – tanto para quem ensina, quanto para quem aprende. E nesse caso, o baixo preço não significa baixa qualidade: dá para aprender muito com esses cursos e aplicar o conhecimento de forma rápida no dia a dia – que é o que a maioria das pessoas busca.

Variedade

Como já citamos, é possível encontrar cursos livres que abordam diversos assuntos – desde culinária básica até física quântica. Portanto, não importa qual a sua especialidade: com os investimentos certos em divulgação, você sempre terá público para seu conteúdo.

Para te ajudar nessa parte, você pode ler este material aqui, que fala sobre nichos de mercado e definição de público. Vale a pena! 

Aprendizado facilitado

Por serem mais curtos, de fácil consumo e predominantemente em vídeo, os cursos livres facilitam o aprendizado e a absorção do conteúdo. Com eles, os alunos conseguem compreender o conteúdo mais rapidamente e logo já podem aplicar as lições no dia a dia. Isso é excelente para quem precisa dominar um tema rapidamente e não tem tanto tempo para uma pesquisa mais aprofundada.

O que a legislação diz sobre cursos livres? Eles precisam ser regulamentados pelo MEC?

De acordo com a Lei nº. 9394/96, os cursos livres não precisam ser regulamentados por nenhum órgão de educação para funcionar. Portanto, eles também não precisam ter uma carga horária ou dias de estudo fixos.

Por isso, eles não são considerados profissionalizantes e nem podem ser tratados como cursos técnicos. Além do mais, eles não têm autorização para emitir um diploma profissionalizante ou com autorização para atuação técnica – apenas um certificado de conclusão ou participação no curso pode ser emitido. De acordo com a Lei, os cursos livres se encaixam na categoria de Educação Profissional Básica e devem ser feitos para fins culturais, de conhecimento ou atividades curriculares.

Já que não há nenhuma obrigação em termos de nível do conteúdo, carga horária, materiais e outros pontos, tudo  isso deve ficar claramente acordado entre o vendedor do curso e o aluno na hora da compra, através de um contrato ou termo de adesão. Isso ajuda a evitar constrangimentos posteriores e a manter o ensino democrático e livre.

Como montar um curso livre?

Agora que você já entendeu mais sobre o conceito dos cursos livres, porque as pessoas procuram por eles e a legislação por trás dessa atividade, já pode pensar em montar o seu próprio curso livre. Veja o passo a passo do que você precisa para fazer isso:

1. Domine um assunto

Nós já falamos um pouco sobre esse ponto e ele é realmente o mais importante quando se trata de montar um curso livre. Afinal, se você pretende ensinar alguma coisa à alguém, precisa dominar o assunto e ser um especialista no que fala.

Por exemplo, se você é um professor de física, pode criar um curso livre para reforçar matérias relacionadas a esse tema. Se você é um profissional de marketing com muita experiência no mercado, pode criar um curso sobre esse assunto. Se você toca um instrumento, pode dar aulas para iniciantes que queiram aprender. As opções são infinitas! Portanto, pense no que você é bom e em como isso pode se tornar um curso.

2. Entenda o público

Ok, eu já pensei sobre minha especialidade e sei como transformá-la em um curso. Mas afinal de contas, para quem eu vou vender isso? Quem é que vai querer comprar meu conteúdo?

Essa é uma dúvida que muitas pessoas tem na hora de criar seus cursos, e ela pode ser resolvida de uma forma bem simples: com estudo e a definição de personas para seu negócio. A partir da escolha do tema do seu curso, pense em quem poderia consumir esse conteúdo e crie grupos de público. Feito isso, pegue cada grupo, estude sobre eles, levante suas principais características e monte personas para seu negócio.

As personas são representações do público ideal de um empreendimento e podem te ajudar muito – desde a produção do conteúdo até a divulgação. Portanto, capriche nessa etapa!

3. Planeje o conteúdo

Com as personas definidas, é hora de começar a produzir seu conteúdo, certo? Quase. Antes, é preciso que você planeje seu curso e cada um dos vídeos que pretende criar. Isso é importante porque, caso contrário, você corre o risco de se perder durante a gravação e atrasar sua produção.

Portanto, antes de começar, pense em quantas aulas você terá em seu curso, qual será a duração de cada uma delas, qual será o assunto, quem participará de cada aula, e mais. Então, anote essas informações, faça um cronograma com tudo de forma organizada e só então comece a produzir.

4. Faça bons conteúdos

Hoje em dia, criar conteúdos em vídeo é extremamente simples e qualquer um pode fazer isso. Porém, lembre-se de que você está pretendendo comercializar esses vídeos e, por isso, eles devem ser bons o bastante para que alguém pague por eles.

É importante garantir algumas coisas básicas: uma boa iluminação, uma boa qualidade de som e imagem e algumas edições simples. Apenas isso pode deixar seus vídeos muito mais profissionais e, ao contrário do que pode parecer, é bem simples investir nesses pontos. Leia os artigos a seguir e veja como ter bons resultados sem gastar muito!

E caso queira montar seu próprio estúdio caseiro, vale a pena ver também este material aqui, que conta tudo sobre o assunto: 

montar um home studio e escolher um aplicativo para gravar videos

5. Tenha uma boa plataforma de vendas

Com os conteúdos prontos e uma estratégia traçada, é hora de colocar tudo no ar e começar a ganhar dinheiro com a venda. E para isso você não precisa de montar seu site do zero e montar toda a estrutura tecnológica: você precisa apenas escolher uma boa plataforma de venda de conteúdo.

Com ela, você já tem um ambiente totalmente pronto para vender seus cursos e não precisa se preocupar em produzir algo do zero – o que é um problema, principalmente para quem não entende de programação e design. Basta subir seu conteúdo, escolher se vai vender de forma pontual ou por assinatura, e começar a ganhar dinheiro.

Só não se esqueça de, ao contratar a plataforma, garantir que ela possui uma estrutura completa e capaz de garantir o sucesso de seu negócio, incluindo pontos como personalização, segurança, estabilidade dos conteúdos e um sistema de pagamento confiável.

Este artigo aqui te conta um pouco mais sobre como escolher a estrutura adequada para vender seus conteúdos. Vale a pena conferir e até usar como um checklist!

E caso queira uma sugestão, nós indicamos que você conheça o Samba Play – uma plataforma completa para a venda de cursos e conteúdos.

6. Aposte no marketing digital

Com os conteúdos prontos e já no ar, é hora de divulgá-los! Invista bastante no marketing digital e sempre pense em como você pode atingir o seu público ideal – aquele mesmo que você definiu lá na segunda etapa.

Invista em redes sociais, faça anúncios, crie uma base de contatos, envie e-mails, trabalhe o SEO e sempre procure por formas de tornar sua divulgação mais eficiente.

Este outro material aqui pode te ajudar muito neste ponto:

marketing digital para plataforma de vendas

7. Caso deseje, faça certificados de participação

Depois que você já tiver alunos em seu curso, pode ser que muitos deles, ao concluí-lo, peçam certificados de conclusão ou participação – para usar no trabalho, inserir no currículo ou apresentar na faculdade. Uma dúvida comum de quem oferece cursos livres é: eu posso emitir esses certificados? E a resposta é sim!

Você pode emitir certificados para seus cursos, uma vez que deixe bem claro que eles não têm nenhum teor oficial – não são reconhecidos pelo MEC ou outras instituições reguladoras – e que servem apenas para atestar a participação de uma pessoa em uma atividade.

Portanto, esse é mais um benefício que você pode oferecer aos alunos na hora de vender o curso.

8. Mantenha contato com quem concluiu os cursos e faça pesquisas de satisfação

Quando seus alunos concluírem os cursos, mantenha contato com eles – seja por uma lista de email ou pelas redes sociais – e sempre avise sobre atualizações, módulos mais avançados ou outros conteúdos que possam ser do interesse deles.

É importante também que você aplique pesquisas de satisfação ao final dos cursos, não apenas para ver se as pessoas estão gostando do conteúdo, mas também para ter insights sobre o que pode ser melhorado e mudado no conteúdo. A opinião de quem teve contato direto com seus cursos é a fonte mais valiosa de conhecimento para se aprimorar!


Pronto para ter seus próprios cursos livres?

Agora que você já viu o passo a passo básico para montar um curso livre, é hora de começar. Escolha seu tema e comece a ganhar dinheiro apenas transmitindo o conhecimento que você já tem!

É simples e, além de ser um ótimo negócio para você, pode ajudar milhares de pessoas que estão em busca de aprendizado.

Por fim, caso você queira entender mais sobre como pode criar seus cursos online, leia nosso guia clicando no banner abaixo! Vai te ajudar muito.

cursos online como ideias para vídeos

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Por Em Em janeiro 12, 2018

Como gravar um vídeo caseiro de qualidade profissional

Hoje em dia o mercado da educação a distância e dos vídeos sob demanda estão em alta, e, por isso, cada vez mais pessoas pensam em investir nisso e começar a lucrar com seu conteúdo. A boa notícia é que é muito possível fazer um vídeo caseiro de qualidade, sem precisar gastar rios de dinheiro. É bom pensar que para se fazer um vídeo caseiro com equipamentos e recursos um pouco mais limitados é preciso tomar cuidado com alguns detalhes importantes, e é sobre cada um desses detalhes, que vão desde a elaboração do roteiro até a escolha do thumbnail, que iremos falar nesse artigo.

E você, á pensou em ganhar dinheiro com seus vídeos caseiros? Confira tudo sobre o assunto e veja que sim, é possível montar um vídeo com qualidade profissional em casa. Aproveite e baixe nosso material gratuito e aprenda a usar seu conteúdo em vídeo como fonte de renda!

guia para ganhar dinheiro com video caseiro

Planejando seu vídeo caseiro

Um vídeo caseiro tem muito mais chances de dar errado do que um vídeo profissional, certo? Mas não é só porque ele é caseiro que precisa ser mal feito! É por isso que é preciso ter muito cuidado com todo o processo, especialmente com o planejamento. Todo projeto, para ter sucesso, precisa começar com um bom plano para entender quais são seus objetivos, quais as ferramentas disponíveis para alcançá-los e como isso tudo será feito. No caso de vídeos caseiros, é bom começar pensando qual será o assunto e o formato deles, já que isso irá guiar todo o restante do planejamento.

Assunto (tema)

Sobre o que eu vou falar? Essa pode ser uma pergunta comum na mente de quem quer trabalhar com vídeos. Escolher o assunto de um vídeo pode não ser tão simples quanto parece. É normal que você queira falar sobre um assunto que goste muito ou que domine, mas, não se esqueça, é bom pensar se esse assunto é relevante. Além de relevante, é preciso ver se há espaço para você dentro desse mercado, certo? Que tal então realizar uma busca pelo tema e analisar os primeiros resultados? Dependendo do assunto, se muita gente já fala sobre isso, pode ser difícil fazer o seu conteúdo se destacar. Isso pode acontecer especialmente em assuntos muito amplos. Por exemplo, se você pesquisar o assunto “séries de TV”, com certeza verá centenas (ou até milhares) de resultados semelhantes, mas se procurar um assunto menos amplos, como uma série de TV específica, a sua chance se destacar é bem maior. Afinal, se todo mundo já fala sobre um assunto, por que mais um falando a mesma coisa, certo?

Além disso, a relevância do seu conteúdo conta muito para termos de SEO (em mecanismos de busca). Em mercados muito amplos, por causa do grande número de vídeos, a sua chance de se posicionar melhor nas buscas é bem menor, ainda mais com um vídeo caseiro. E é claro, em um mar de conteúdos, você precisa ser visto! Então, é bom manter em mente que pensar em um assunto vai muito além do que você sabe ou quer falar sobre.

Formato

Após decidir sobre o que você irá falar, é bom pensar em qual formato de vídeo será feito. Alguns formatos funcionam melhor com alguns assuntos do que outros. Por exemplo, uma vídeo aula expositiva é bem diferente de um tutorial em screencast e também, de um vídeo animado. Por isso, é bom pensar exatamente onde o tema do seu vídeo caseiro melhor se encaixa antes de começar a gravar.

Equipamentos

Câmeras

Considerando que você irá fazer um vídeo caseiro, e não um vídeo profissional, provavelmente os equipamentos disponíveis serão um pouco mais limitados. Porém, não há motivo para desistir por causa disso, afinal, é mais do que possível gravar um vídeo de ótima qualidade sem gastar muito e sem ter equipamentos profissionais.

O ideal é que você tenha uma câmera boa e um bom microfone para captar o áudio separadamente.

Na hora de escolher uma câmera, para gravar bons vídeos caseiros você deve analisar a resolução. Ou seja, para vídeos não serve olhar a quantidade de megapixels da câmera, já que essa medida é apenas para fotos.

Hoje em dia ficou muito mais fácil encontrar equipamentos com boa resolução de câmera e com ótimo custo benefício, já que diversos modelos de smartphones já fazem vídeos em HD (1280×720) e até FULL HD (1920×1080). Além dos smartphones existem também inúmeras opções de câmeras semiprofissionais e com preço bem em conta que podem ser usadas para seus vídeos caseiros.

Microfones

No caso dos microfones são diversas opções também. Você pode estar se perguntando: “Por que investir em um microfone se a minha câmera já possui um embutido?”. A resposta na verdade é muito simples. A captação do áudio com um microfone externo fica muito melhor do que com o microfone embutido. Ainda mais no caso de um vídeo caseiro, nos quais podem ocorrer muito mais ruídos e interrupções externas (por exemplo: barulhos de carros, buzinas, latidos de cachorros). Assim, captando o som separadamente do vídeo, fica muito mais fácil tratar e remover essas imperfeições, aumentar ou diminuir o volume e muitas outras edições de áudio. Isso evita o trabalho de ter que filmar novamente caso algo tenha dado errado.

Se quiser ajuda para conhecer e escolher o microfone ideal para você, pode conferir nesse artigo aqui. 😉

Iluminação

Outro aspecto que vale investir um pouquinho é na iluminação do seu vídeo caseiro. Pense só, um vídeo com uma imagem nítida, som claro e sem ruídos e iluminação boa atrai muito mais público do que um vídeo escuro, com áudio baixo e qualidade ruim, certo? Pouca gente, quando vai gravar vídeos em casa, considera a iluminação deles, e é exatamente aí que você pode se destacar da concorrência.

Um vídeo bem iluminado, além disso, ainda transmite uma ideia de profissionalismo e conhecimento técnico, aumentando a autoridade do seu canal.

Se você não tem orçamento suficiente para investir em uma iluminação ainda, não tem problema! Apenas certifique-se de que você irá gravar no local melhor iluminado da casa e, claro, durante o dia. Vídeo gravados a noite, com pouca iluminação natural, perdem muito em qualidade e ficam muito difíceis de corrigir as imperfeições na hora da edição.

Se você quiser entender um pouco mais sobre a iluminação de vídeos caseiros e profissionais, pode conferir tudo nesse artigo aqui!

Verifique tudo sobre os equipamentos antes de gravar

Depois de escolher qual a melhor câmera, melhor microfone e entender tudo sobre iluminação dos vídeos, ainda tem uma atividade importantíssima a ser feita antes de começar a gravar seu vídeo caseiro: verifique aspectos como autonomia do equipamento, memória interna e configurações de qualidade de imagem.

Pesquise e faça testes a respeito da bateria e quanto tempo é possível gravar vídeos antes que ela acabe.

Muitos equipamentos, na sua tela de gravação, mostram quantos minutos ainda é possível gravar considerando o tamanho da memória interna, por exemplo. Aí você pode ter uma ideia de quanto tempo consegue gravar sem cortes e sem precisar descarregar os vídeos no computador. Isto é extremamente útil se você estiver gravando sozinho. Imagina estar gravando por um tempo para depois descobrir que, na verdade, a memória da câmera encheu e você não capturou nada disso.

video caseiro

É possível gravar mais 29:59 de vídeos

Depois de levantar todas essas informações sobre os equipamentos, você pode começar a planejar o roteiro do seu vídeo! Mas, antes disso, se quiser saber como montar um estúdio de gravação em casa, você pode baixar gratuitamente esse material e saber tudo sobre o assunto.

estudio de gravacao de video caseiro

Roteiro

Uma dica extremamente valiosa para quem quer entrar no mercado dos vídeos é: Evite improvisos! Se você não planejar exatamente o que pretende apresentar no seu vídeo, você pode se perder, repetir a mesma coisa várias vezes ou esquecer o que vai falar. E bom, não há nada pior que começar a assistir um vídeo e ele estar cheio de ‘éé….’; ‘bom……’; ‘então…..’. Esse tipo de atitude mostra o despreparo e pode até parecer que você não sabe bem do que está falando.

Para evitar essa situação, o ideal é fazer um roteiro! Dessa forma, seu roteiro irá funcionar como um plano de aula, no qual você irá registrar qual seu objetivo com o vídeo e um guia para tudo que você irá falar. É claro que o roteiro não é como um roteiro de cinema que você precisará decorar todas as “falas”, mas servirá como um direcionamento para a gravação do seu conteúdo.

Aqui, o segredo para seu roteiro ser efetivo é simples: Ensaie! Treine muito, isso fará com que a sua fala fique muito mais natural. Com muita prática, seu vídeo caseiro ficará com qualidade profissional!

Você pode, também, baixei nosso kit para fazer roteiros de sucesso!

Cenário

O cenário é uma parte importantíssima de um vídeo caseiro. O visual de um vídeo é uma peça importante para manter o público sempre interessado. Um ambiente sem graça, sem cor ou escuro desvaloriza muito seu vídeo e faz com que o público perca o interesse rapidamente. Por isso é tão importante planejar um bom cenário.

É claro que no contexto de vídeos caseiros não é tão fácil assim investir em um cenário profissional, mas é muito possível aproveitar objetos que você, provavelmente, já possui aí na sua casa!

video caseiro cenario

Olha só como alguns bixinhos de pelúcia e outros objetos bem coloridos já valorizam e muito o ambiente!

Colocar alguns enfeites, bichos de pelúcia, bonecos, brinquedos e afins já trazem bastante cor ao seu cenário e deixa a imagem mais cheia de vida! Você pode escolher um cômodo da casa que seja bem iluminado e montar um pequeno cenário – mas bastante atrativo!- com esses objetos.

Gravação

Após planejar é hora de colocar a mão na massa e finalmente gravar o seu vídeo caseiro!

Na hora de gravar, seja você mesmo! Mostre ao público quem você é. Tenha em mente tudo que você pesquisou e as informações que levantou durante a etapa de planejamento e mãos a obra!

Além disso, é importante observar também as seguintes dicas para fazer vídeos caseiros incríveis:

    • Seja conciso: Tente resumir as informações e fazer o vídeo o mais curto possível. Normalmente, a audiência tende a desistir do vídeo se ele for muito grande ou se for repetitivo.
    • Seja leve: Faça piadas, conte histórias. Essa é a melhor forma de engajar uma audiência que está a distância.
  • Fale um pouco mais devagar que o normal: Treine para falar um pouco mais devagar do que fala normalmente. Por vídeo, isso facilita um pouco mais o entendimento de quem está assistindo.
  • Mas duplique sua energia! É muito importante transmitir uma ideia de animação e energia nos vídeos. É aí que você mantém sua audiência sempre atenta.
  • Grave uma pequena parte antes, para fazer testes: Imagina gravar um vídeo inteiro para na hora de rever descobrir que estava desfocado? Isso é um grande risco de um vídeo caseiro. Por isso, grave um pequeno fragmento para testar, passe para o computador e analise a imagem ampliada.

Hora de editar!

Não é porque o seu vídeo é caseiro que ele precisa ser cheio de erros, certo? Uma ótima maneira de deixar o seu vídeo com qualidade profissional é caprichando na edição!

Essa parte, normalmente, dá um pouco de medo, não dá? Muita gente pode pensar que mexer com edição de vídeos é algo extremamente complexo e reservado para profissionais, mas com um pouquinho de prática é possível.

Uma ótima dica para valorizar o visual do seu vídeo caseiro é usar B-rolls! Você sabe o que eles são?

Os B-rolls são cortes nos vídeos nos quais aparecem outros conteúdos visuais, como fotos, animações, gráficos entre outros. Além de servirem para ilustrar seu vídeo e adicionar informações extras, os b-rolls são comprovadamente muito efetivos na hora de manter o público assistindo ao seu vídeo! Se quiser ler um pouco mais sobre a importância da retenção de público, você pode conferir aqui! Além disso, pode conferir neste artigo uma lista de 15 programas de edição, desde o iniciante ao avançado, que vão deixar seus vídeos caseiros com visual profissional!

Coloque seu vídeo no ar!

Pronto! Agora que você já tem muitas ferramentas para gravar seus vídeos caseiros, falta só colocar ele no ar, não é? Dependendo do seu propósito, algumas plataformas são mais indicadas do que outras. Se o seu objetivo é fazer vídeos caseiros e conseguir ganhar dinheiro com eles, o ideal é investir um pouco em uma plataforma profissional que te ofereça tecnologia de ponta e, principalmente, segurança! Afinal, de nada adianta se esforçar e investir dinheiro na hora de gravar seus vídeos se eles podem ser facilmente pirateados, certo?

Então, se você quer gravar seus vídeos e fazer deles um negócio de sucesso, que tal conhecer a plataforma Samba Play? Quer saber tudo que ela pode oferecer para seu negócio? Faça um tour clicando aqui! 😉

Agora você já está pronto para que seus vídeos caseiros se tornem um negócio de sucesso! Com um pouquinho de prática e dedicação você se prepara para gravar vídeos incríveis sem precisar gastar muito dinheiro.

E se quiser saber um pouco mais sobre esse mercado, baixe gratuitamente este material e veja como colocar o seu canal no ar. Boa leitura!

canal de video caseiro

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Por Em , Em janeiro 10, 2018

Web TV: o passo a passo para montar a sua

Se antes a TV tradicional reinava absoluta na preferência de espectadores de todas as idades e classes sociais, e era a forma mais fácil e assertiva de garantir que seu conteúdo ou anúncio fosse distribuído com sucesso e atingisse milhões de pessoas, hoje, com a popularização da internet e dos vídeos online, a Web TV ou TV na internet está tomando esse lugar.

De acordo com algumas estatísticas sobre o consumo de Mídia e TV (que você pode ver aqui), a forma como o espectador consome conteúdos em vídeo está passando por uma mudança notável e quem quer começar a investir nessa área, deve entender que somente a TV tradicional não é mais suficiente.

O consumidor está cada vez mais exigente em relação a conteúdo, recomendações, anúncios e mobilidade e a Web TV (ou TV Web) cada vez mais parece ser a opção mais adequada para atender a todas essas necessidades.

Confira alguns dados que foram levantados:

  • Mais de 50% dos consumidores disse assistir vídeos sob demanda na internet, como séries, programas e filmes, pelo menos uma vez por dia, o que indica um crescimento de mais de 20% em relação a 2010.
  • A maioria das pessoas considera anúncios online mais relevantes.
  • 50% dos consumidores que assiste TV tradicional diz não conseguir achar nada pra ver pelo menos uma vez por dia.

Com a internet cada vez melhor, mais democrática e os vídeos e os aparelhos mais leves e dinâmicos, a tendência é que aos poucos a Web TV reine e que os vídeos sob demanda dominem a internet, gerando muito lucro e conteúdos de alta qualidade.

Se você quer aproveitar essa tendência ainda em 2018 e montar sua própria Web TV, é só continuar lendo! Nesse post, ensinaremos como montar seu próprio canal de conteúdos e fazer sucesso com seus vídeos online.

E antes de começar, que tal aprender a montar seu próprio estúdio para gravar os vídeos de uma Web TV (mesmo com baixo orçamento)? Acesse o material abaixo!

montar um home studio para web tv

Como montar uma Web TV

Criar uma Web TV ou TV na internet pode ser a melhor opção para garantir que seu conteúdo atinja as pessoas certas e gere excelentes resultados em termos de visualizações, lucratividade e praticidade.

Em uma Web TV, seu público é quem decide aquilo que quer ver, independentemente de horários, programação ou do local em que ele se encontre. Nela, tudo que importa é o conteúdo. Se ele for atrativo para o público que está acessando, ele vai ser assistido e vai fazer sucesso!

Então, do que você precisa para fazer sua própria Web TV? Basicamente, apenas de concentrar seus vídeos em um site e fazer com que eles atinjam seu público na internet.

E se você quer distribuir seus vídeos de forma profissional e pessoal, estreitando a relação com sua audiência e mensurando resultados, usar o YouTube não é a melhor solução (entenda aqui).

Então, como montar uma Web TV?

Você precisa seguir 4 passos que são: produzir um bom conteúdo, escolher o site ou media center, traçar uma boa estratégia de monetização e fazer a divulgação dos vídeos.    

No vídeo a seguir, nosso CMO, Pedro Filizzola, explica um pouco de cada etapa e o processo detalhado pode ser encontrado no restante do texto. Confira:

01. O conteúdo da Web TV

Na Samba, acreditamos que conteúdo é rei. Com cada vez mais conteúdo sendo postado na internet a cada segundo, é importante que você crie material raro, relevante e de qualidade.

Para garantir mais abrangência, visualizações e relevância para seu conteúdo em vídeo, algumas pequenas dicas são valiosas:

01. Estude seu público: você precisa entender quem ele é, o que ele quer, o que ele gosta, quais suas necessidades, e então garantir que seu conteúdo seja ideal para ele.

02. Faça conteúdos de alta qualidade: conhecendo seu público, capriche no conteúdo dos vídeos e entregue informações completas e relevantes para ele. Mostre que você é autoridade no que está falando e que seu conteúdo não é só mais um na internet.

03. Capriche nas gravações: comece desenvolvendo um bom roteiro, cuide da imagem e da iluminação, tome cuidado com o áudio e faça uma boa edição! Para isso, você não precisa ser um profissional de vídeos e nem ter os equipamentos mais caros, basta estudar um pouco e entender o que você está fazendo.

Uma vez no ar, é importante que você saiba como seus conteúdos estão sendo consumidos para que eles possam ser aprimorados sempre. Analise seus maiores sucessos e também seus fracassos e aos poucos você vai descobrir o que funciona ou não em sua Web TV.

02. O site

Em segundo lugar (ou mesmo que você ainda não esteja produzindo conteúdo), você vai precisar de uma página fixa em que seu vídeo será exibido e que será, em essência, a sua Web TV.

Um completo Media Center personalizado e funcional é a forma mais ideal para que você construa sua Web TV. Plataformas profissionais garantem a segurança, escabilidade e opções de personalização que você precisa. Na hora de escolher seu media center, sempre confira se ele pode ser modificado com as cores e o logo da sua marca, se ele é seguro e, principalmente, se é simples de editar. Afinal, a não ser que você tenha uma equipe técnica à disposição, não é bacana ter que enfrentar um processo burocrático e complicado a cada vez que você quiser publicar um vídeo.

Outras características importantes que seu media center deve garantir são:

Qualidade de entrega

É importante que o conteúdo da sua Web TV seja entregue com alta disponibilidade, alto desempenho e inteligência na distribuição, tomando como base a melhor rota de entrega de acordo com a presença física em que o usuário está requisitando.

ABR

Adaptive Bitrate Streaming é a capacidade de adaptar a qualidade do vídeo entregue à quantidade de banda disponível do usuário que estará acessando e consumindo o conteúdo da sua Web TV.

Dessa forma, enquanto um usuário está assistindo ao vídeo, o Player monitora a conexão do usuário e entrega a melhor qualidade do vídeo de modo que ele tenha uma experiência agradável, sem problemas de travamento, buffering ou tela preta.

Multi-device

Ser multi-device nada mais é do que ter a capacidade de entregar o conteúdo da sua Web TV para diferentes aparelhos com conexão de internet: iOS (dispositivos como iPad e iPhone), Android, TV Conectada (Smart TVs), web, consoles de video-game (XBox, PlayStation), e diversos outros.

Felizmente, hoje para construir seu site de vídeos, você não precisa estudar programação ou contratar designers e desenvolvedores para executar o projeto. Já existem softwares online que te permitem não só criar uma Web TV personalizada, como também gerenciar os conteúdos e os usuários.

O Samba Play é uma dessas ferramentas e garante alta qualidade para criar sua Web TV, sem que você tenha que se preocupar com estrutura tecnológica ou questões burocráticas. Nele, você pode montar seu próprio media center e disponibilizar seu conteúdo para sua audiência, possibilitando a assinatura ou venda de conteúdo avulso, com um sistema de billing (cobrança) integrado.

Quer saber mais sobre nossa plataforma e ver como ela pode facilitar a criação da sua TV na internet? Basta conferir nosso artigo sobre o produto clicando aqui ou fazer um tour pela plataforma, clicando na imagem abaixo:

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03. Monetização

Quando o conteúdo da sua Web TV já estiver começando a ser produzido com uma boa periodicidade, atingindo a audiência certa e ganhando em relevância e visualizações, você já deve traçar estratégias que possibilitem a monetização, a manutenção e a sustentabilidade desses vídeos.

Na maioria das TVs Web, a monetização dos conteúdos é feita por meio do modelo de assinaturas, assim como ocorre na Netflix e em outras plataformas como o Spotify. Porém, há também a possibilidade de você vender o seu conteúdo por categorias ou de forma avulsa.

No final das contas, é você que deve decidir qual o modelo é o ideal, sempre levando em conta o tipo de conteúdo que você produz e a audiência que quer atingir. Se você quer entender mais sobre as formas existentes de ganhar dinheiro com vídeo e ver qual é a ideal para você, pode baixar gratuitamente o nosso Guia de Monetização em vídeo, clicando aqui.

04. Divulgação

Agora que você já conheceu todos os passos básicos para criar a sua Web TV e monetizar o conteúdo com ela, temos mais uma dica para impulsionar seus materiais e garantir o sucesso de seu conteúdo: invista em divulgação!

Não adianta você ter um conteúdo incrível se as pessoas não conseguem acessá-lo ou se ele não está visível para quem realmente interessa. Portanto, invista na divulgação dos materiais da sua Web TV antes, durante e depois do lançamento. Anote algumas dicas:

  • Crie teasers para divulgar seu conteúdo de forma rápida nas redes sociais
  • Divulgue o material nas redes da sua empresa – Facebook, Twitter, Instagram – e considere também investir em anúncios pagos para atingir mais pessoas
  • Envie newsletters periódicas com os conteúdos mais acessados ou que você considera mais relevantes
  • Peça a possíveis parceiros que também divulguem em seus sites, redes sociais e perfis pessoais

Investir na otimização de seus vídeos para mecanismos de busca como o Google e o Bing também é essencial para atrair mais pessoas para assistir o conteúdo de sua TV na internet. Por isso, capriche no SEO para vídeos, trabalhando sempre com palavras pensadas para seu público, investindo em tags, usando descrições atrativas para cada conteúdo e sempre publicando de forma organizada.

E caso você queira mais dicas para melhorar a divulgação da sua Web TV, pode dar uma olhada neste artigo aqui.


Viu como é fácil? Que tal começar?

Apenas seguindo esses passos simples, você já terá em mãos uma grande oportunidade de revolucionar seus negócios, criando uma Web TV de qualidade, com conteúdo relevante, bem distribuído e com grande potencial de engajar usuários, oferecendo uma experiência única para o seu visitante.

Se você já tem conteúdo ou vai começar a produzir e quer distribuir de forma bem organizada, gerando grandes resultados na internet, crie sua Web TV! Defina seus objetivos, o tipo de conteúdo que será produzido, pense em seu público e na abordagem ideal para ele, trace estratégias de divulgação e monetização e aproveite ao máximo de todo o potencial dos vídeos online.

E se você quer saber mais detalhes sobre todo o processo que descrevemos nesse artigo, acesse o material abaixo sobre como montar a sua WebTV e sucesso!

web tv

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